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Conselho de Arquitetura do DF emite alerta sobre PPCub e a preservação de Brasília

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Conselho de Arquitetura do DF emite alerta sobre PPCub e a preservação de Brasília
Caio Barbieri

Conselho de Arquitetura do DF emite alerta sobre PPCub e a preservação de Brasília

A Comissão de Política Urbana e Ambiental (CPUA) do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal ( CAU-DF ) divulgou, recentemente, uma nota técnica com considerações sobre o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília ( PPCub ).

O documento busca contribuir para o aprimoramento das políticas de planejamento urbano e preservação do patrimônio na capital federal.

Entre os principais pontos levantados pelo CAU-DF, está a preocupação com a inclusão de uso residencial em áreas específicas do Plano Piloto, destacando a necessidade de que qualquer estudo de viabilidade leve em conta a integração com o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e outras políticas urbanas.

“É crucial que esses estudos não sejam realizados de forma isolada, mas sim em compatibilidade com o PLANDHIS e no âmbito do PDOT, integrando questões de oferta de serviços, mobilidade e infraestrutura”, afirma o documento.

Outro ponto de destaque é a questão do setor hoteleiro e a mudança de gabarito. Segundo a nota, a alteração da altura permitida para os hotéis deve ser cuidadosamente reavaliada, uma vez que a proposta foi questionada tanto pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) quanto em audiências públicas. O CAU-DF sugere que qualquer mudança seja precedida por estudos detalhados e que esses dados sejam disponibilizados para a população.

A nota também sublinha a importância de manter a escala bucólica característica de Brasília, preservando as áreas verdes que compõem o Conjunto Urbanístico da cidade. O CAU-DF defende que antes de qualquer adensamento construtivo, seja dada prioridade à ocupação dos vazios urbanos existentes, o que poderia contribuir significativamente para a oferta de habitação de interesse social.

No fim do documento, o CAU-DF faz recomendações específicas para a implementação do PPCub, enfatizando a necessidade de transparência e participação social em todas as etapas do processo. Entre as sugestões, destaca-se o veto ao artigo 175 do plano, que, segundo o conselho, poderia comprometer a gestão das áreas livres e a preservação do conjunto urbano.

“É essencial que as decisões que impactam a morfologia e a paisagem de Brasília sejam baseadas em estudos técnicos detalhados e discutidas amplamente com a sociedade”, conclui o CAU-DF.

Discussões

Após a aprovação do PPCub pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em 19 de junho, a comissão, que é coordenada pela arquiteta e urbanista Ludmila Correia, promoveu uma série de reuniões envolvendo técnicos de diferentes órgãos e entidades ligadas ao planejamento urbano e ao patrimônio cultural.

O objetivo das discussões foi avaliar a compatibilidade entre o texto aprovado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), o documento enviado à CLDF e as emendas que foram incluídas no processo legislativo.

O resultado dessas análises está consolidado no documento assinado pelo presidente do CAU-DF, arquiteto e urbanista Ricardo Meira. A nota técnica será enviada à presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU), Patrícia Sarquis Herden; ao presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB), e ao governador Ibaneis Rocha (MDB).

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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