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Defesa Civil adota tom pessimista com sobreviventes no litoral de SP

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Pessoas sofrem com tempestades em São Sebastião
Reprodução/Twitter

Pessoas sofrem com tempestades em São Sebastião

O chefe da Defesa Civil de São Paulo adotou tom pessimista com a possibilidade de encontro de sobreviventes das fortes chuvas que atingiram o litoral do estado na madrugada deste domingo (19). O coronel Henguel Ricardo Pereira afirmou que Vila Sahy, em São Sebastião, foi a mais atingida pelas chuvas e há chances remotas de localizar pessoas com vida.

Até o momento, 24 pessoas foram encontradas sem vida no litoral paulista, sendo 23 na cidade de São Sebastião. Pereira confirmou que uma pessoa foi encontrada com vida na noite deste domingo, mas disse que há muitos desaparecidos em Sahy, Barra do Una e Juquehy.

“Acabamos de resgatar a última vítima com vida. Há mais vítimas na Barra do Una e quatro desaparecidas em Juqueí”, afirmou.

“Infelizmente vamos ter muitos óbitos”, completou Hanguel Pereira.

A prefeitura de São Sebastião estima que ao menos 50 casas ainda estão soterradas, mas não soube precisar o número de desaparecidos. As buscas devem se estender pela madrugada e manhã desta segunda.

O Corpo de Bombeiros deve contar com o apoio do Exército e da Defesa Civil nacional. As equipes foram enviadas na tarde deste domingo após determinação do Palácio do Planalto, atendendo um pedido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá ir ao litoral de São Paulo nesta segunda-feira (20) para acompanhar as buscas de vítimas das chuvas. Além do petista, a comitiva deve contar com o ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e o secretário nacional da Defesa Civil, Wolnei Wolff.

Lula e seus pares deverão visitar as áreas mais atingidas pelas chuvas e anunciar ajuda humanitária às cidades afetadas. O chefe do Planalto ainda deverá se reunir com Tarcísio de Freitas, e o prefeito de São Sebastião, Felipe Augusto.

Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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