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Agronegócio

Deputado Daniel Agrobom apresenta emenda em apoio à Feagro

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O deputado federal Daniel Agrobom, apresentou a Emenda 392 ao PLP 68/24, demonstrando apoio à Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro) que  divulgou uma nota de repúdio contra a nova versão do texto elaborado pelo Grupo de Trabalho de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/24).

Feagro argumenta que medida demonstra um “flagrante despreparo e desconhecimento do setor produtivo por parte dos elaboradores do texto”. Leia aqui

A Feagro, por meio de seu presidente, Isan Rezende, criticou duramente as alterações propostas na regulamentação da reforma tributária, destacando que elas poderiam ter um impacto negativo significativo sobre o setor produtivo agropecuário. Segundo a entidade, as novas regras tributárias poderiam aumentar os custos de produção, reduzir a competitividade e ameaçar a sustentabilidade dos produtores rurais.

Em resposta às preocupações levantadas pela Feagro, Daniel Agrobom apresentou a emenda que visa corrigir os pontos mais críticos da proposta de reforma tributária, assegurando que as mudanças não prejudiquem o crescimento e o desenvolvimento do setor agropecuário.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Polêmicas e confusões derrubam pela metade as exportações de arroz

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Depois de tanta polêmica, as exportações brasileiras de arroz caíram pela metade em junho. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Arroz (Abiarroz), o país exportou 62,3 mil toneladas do grão no mês passado, gerando uma receita de US$ 30,5 milhões. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, houve uma redução de 50,1% no volume e de 34,3% na receita.

A Abiarroz atribui essa queda a diversos fatores. A retomada da safra de arroz em países asiáticos, principais concorrentes do Brasil no mercado internacional, pressionou os preços e reduziu a demanda pelas exportações brasileiras.

Além disso, as fortes chuvas e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, principal estado produtor de arroz do país, causaram um impacto significativo na produção e na logística. A destruição de estradas, o isolamento de regiões produtoras e as alterações no calado do Porto de Rio Grande dificultaram a colheita, o transporte e a exportação do grão.

Apesar da queda geral nas exportações, o arroz beneficiado apresentou um desempenho ligeiramente melhor. Nos primeiros seis meses de 2024, as exportações desse tipo de arroz alcançaram 446 mil toneladas, com um aumento de 16,2% em volume e de 46% em receita em relação ao mesmo período de 2023. No entanto, em junho, as vendas do arroz beneficiado também registraram queda, com uma redução de 25,2% em volume e de 13% em receita.

Os dados da Abiarroz indicam um cenário desafiador para o setor arrozeiro brasileiro nos próximos meses. A recuperação da produção no Rio Grande do Sul será gradual, e a concorrência no mercado internacional continua intensa. Além disso, a valorização do real frente ao dólar pode tornar as exportações brasileiras menos competitivas.

Fonte: Pensar Agro

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