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Dólar recua com otimismo sobre reuniões de Lula e exterior

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Dólar recua com otimismo sobre reuniões de Lula e exterior
ESTADÃO CONTEÚDO

Dólar recua com otimismo sobre reuniões de Lula e exterior

O dólar exibe queda no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 3, alinhado ao movimento no exterior diante da alta de commodities e após ter subido nas últimas três sessões, a R$ 5,70 na máxima intradia na terça-feira. O mercado local opera sob expectativas também por eventual leilão de dólar do Banco Central, após rumores sobre consulta de demanda cambial na terça à tarde, e pelas reuniões do presidente Lula com o ministro da Fazenda para tratar da desvalorização do real, acumulada em 16% neste ano, e medidas de ajuste fiscal. Operadores relatam otimismo com possível anuncio de medidas de corte de gastos, mas ponderam que o movimento é frágil.

O alívio no câmbio contribui para ligeiro recuo da curva de juros em meio à leitura dos dados da produção industrial brasileira e da relativa estabilidade dos rendimentos dos Treasuries intermediários e longos em Nova York.

No foco local está a reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, no Palácio da Alvorada para discutir a política fiscal nesta manhã. À tarde, haverá outra reunião de Lula com ministros da área econômica, Casa Civil e gestão para discutir ainda o que fazer em relação à alta do dólar e o quadro econômico e fiscal (16h30).

A produção industrial brasileira caiu 0,90% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda foi menor que a mediana do mercado, de -1,6%. Segundo o IBGE, quedas em veículos e alimentícios refletem impactos das enchentes no Rio Grande do Sul.

Em relação a maio de 2023, a produção caiu 1,00%, menos também que a mediana de -2,1% das projeções do mercado. No acumulado do ano, a indústria teve alta de 2,50% e, em 12 meses, subiu 1,30%, ante avanço de 1,50% até abril. O índice de Média Móvel Trimestral da indústria registrou baixa de 0,229% em maio.

O Palácio do Planalto confirmou o plano safra da agricultura familiar 2024/25 de R$ 76 bilhões ao crédito rural.

No exterior, o dólar ampliou a queda ante moedas rivais após o relatório ADP de emprego no setor privado dos Estados Unidos. O setor privado americano criou 150 mil empregos em junho, abaixo da estimativa de analistas consultados pela FactSet, de 163 mil postos.

O Japão vai lançar um novo tipo de título com juro flutuante, que ajudará investidores a mitigar riscos relacionados ao avanço dos rendimentos de títulos públicos, segundo duas fontes do governo, disseram à Reuters, em uma sinalização de que o Banco do Japão (BoJ) está se preparando para voltar a elevar juros.

A recuperação econômica da zona do euro será irregular e desigual, segundo indicam os PMIs finais do bloco referentes a junho, diz a Oxford Economics. Em nota a clientes, a consultoria também avalia que os indicadores antecedentes dos últimos meses sugerem “alguns riscos de baixa” para o crescimento no segundo trimestre.

Às 9h33 desta quarta, o dólar à vista caía 0,50%, a R$ 5,6362, na mínima. O dólar para agosto recuava 0,75%, a R$ 5,6540.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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