Connect with us

Agronegócio

Entrevista com Samanta Pineda no Podcast “Pensar Agro”

Publicado

em

O podcast “Pensar Agro”, apresentado por Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, entrevista Samanta Pineda, advogada especialista em Direito Ambiental e diretora executiva do “Agro mais”.

Entre vários outros temas, Samanda fala sobre os desafios enfrentados pelo agronegócio brasileiro. A conversa abrange temas críticos como questões políticas, o crescimento do setor, a segurança jurídica, a propriedade privada, e um questão cada vez mais presente: a geopolítica ambiental. Ela fornece uma lente crucial para entender as complexas relações entre meio ambiente e política, e para identificar soluções eficazes para os problemas do agronegócio.

Alguns exemplos de como a geopolítica ambiental se aplica no mundo real:

  • Disputas por recursos hídricos: A escassez de água está aumentando em várias regiões do mundo, levando a conflitos entre países e comunidades que dependem dos mesmos recursos hídricos.
  • Migração ambiental: As mudanças climáticas e a degradação ambiental estão forçando milhões de pessoas a abandonar suas casas e buscar refúgio em outros países.
  • Segurança alimentar: A produção de alimentos está ameaçada por eventos climáticos extremos, como secas e inundações, o que pode levar à instabilidade política e social.

A entrevista completa está disponível na plataforma do podcast “Pensar Agro”:

Fonte: Pensar Agro

Continue Lendo

Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

Publicado

em

Por

A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora