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Enxaqueca: saiba quais são as causas e como evitar os sintomas

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Enxaqueca: saiba quais são as causas e como evitar os sintomas
André Braga

Enxaqueca: saiba quais são as causas e como evitar os sintomas

Muitas vezes incapacitante, a enxaqueca faz parte da rotina de muitos. Um estudo da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia apontou que cerca de 52% da população mundial é acometida por esse mal e, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia , cerca de 140 milhões de pessoas no Brasil sofrem de enxaqueca.

Para entender as causas, os sintomas e os tipos de tratamentos, é preciso saber que há três tipos de cefaleia. Segundo o neurologista Tiago Sowmy, a enxaqueca propriamente dita tem como sintomas principais uma dor forte, pulsátil e intensa que ocupa metade da cabeça.

O paciente pode ter mais sensibilidade à luz, ao barulho ou ao som e turvação visual, podendo chegar a ter náuseas, vômitos, formigamentos e até dificuldade de comunicação e de memória.

Nesses casos, a prática de atividades físicas ou até de atividades cotidianas pode se tornar desconfortável. Geralmente, esse tipo de enxaqueca pode durar de quatro a 72 horas.

A cefaleia tensional é uma dor mais leve e moderada, com característica de um aperto ou de pressão na cabeça, geralmente localizada na parte frontal da cabeça. Sua duração pode ser muito variável, indo de 30 minutos até alguns dias, mas não há uma regra clara.

Já a cefaleia em salvas é mais incomum e representa a dor mais intensa de todas, com sensação de pontadas e até de ardor. Pode acometer só um lado da cabeça e apresenta sintomas como lacrimejamento, vermelhidão no olho e corrimento nasal. Cada episódio pode durar entre 15 minutos e três horas e pode ocorrer várias vezes ao dia.

Foto: Unsplash

“Um jeito de diferenciar é verificar a intensidade da dor, onde ela está localizada, se é latejante, se há um aperto e se há outros sintomas associados como a náusea, vômitos e congestão nasal. Outra questão importante para se analisar é a duração da dor e a frequência em que ela acomete o paciente. E a partir disso o médico vai direcionar a conversa e classificar o tipo de dor”, explica Tiago Sowmy.

Causas

O neurologista explica que há diversas causas para a enxaqueca. “Alguns fatores como o histórico familiar aumenta o risco de um paciente ter enxaqueca, além da existência de transtornos de humor, ansiedade e depressão. Fatores de estilo e hábitos de vida e fatores hormonais, como uma gravidez, a menopausa ou o período pré-menstrual, além do uso de anticoncepcional, também podem estar envolvidos” , ressalta.

Entre os fatores ligados ao estilo de vida podem estar a falta de uma alimentação adequada, desidratação, jejum prolongado ou alimentos específicos como álcool, doces, cafeína, temperos e comidas condimentadas.

Entre outros fatores possíveis podem estar a exposição a muitas telas ou a ambientes muito barulhentos ou a exposição a momentos de muito estresse ou carga emocional. Segundo o médico, há pacientes que relatam enxaquecas após atividades físicas muito intensas ou após a privação ou excesso de sono, por exemplo.

Tratamentos

Para tratar das dores causadas pelas enxaquecas, tanto os analgésicos mais comuns, como a aspirina, dipirona e paracetamol, quanto as medicações mais específicas, como os triptanos, são recomendadas. “Também podem ser utilizados os antieméticos para ajudar com as náuseas e vômitos”, afirma o médico.

Já para a prevenção, o especialista indica os beta-bloqueadores, mas, a depender da característica do indivíduo, podem ser usados antidepressivos ou antiepiléticos, além de medicações injetáveis e até mesmo a utilização de toxinas botulínicas.

“Ainda pode haver a indicação de fitoterápicos e de suplementos alimentares”, conclui o neurologista.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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