Uma descoberta arqueológica recente na antiga base militar nazista conhecida como Toca do Lobo, localizada em Gierloz, na Polônia, está causando grande intriga entre especialistas e pesquisadores. Durante escavações, arqueólogos desenterraram cinco esqueletos sem mãos e pés.
A descoberta teve início em 24 de fevereiro, quando a equipe encontrou um fragmento de crânio humano. Esse achado levou a escavações mais aprofundadas que revelaram os restos mortais dos cinco indivíduos.
Os esqueletos, que pertenciam a três adultos, um adolescente e um bebê recém-nascido, foram encontrados dispostos próximos uns dos outros, todos voltados na mesma direção.
O local onde os esqueletos foram encontrados também acrescentou mistério à descoberta. Eles estavam do lado de fora de uma casa que era ocupada pelo comandante nazista Hermann Göring.
Próximo aos esqueletos, havia tábuas queimadas e infraestrutura de esgoto, mas não foram encontrados vestígios de roupas nas proximidades.
Inicialmente, a equipe de arqueólogos pensou estar desenterrando um antigo banheiro. No entanto, a descoberta das cinzas, uma chave queimada e, posteriormente, o fragmento do crânio humano, surpreendeu a todos os envolvidos. Adrian Kostrzewa, da Fundação Latebra, expressou a surpresa da equipe com essa descoberta inesperada.
Atualmente, uma investigação detalhada sobre os restos mortais está em andamento. A fundação está aguardando os resultados da investigação policial para entender por que os esqueletos estavam desprovidos de mãos e pés.
O próximo passo nesse processo é determinar a idade dos restos mortais por meio da datação por radiocarbono. A Toca do Lobo tem uma importância histórica, sendo o quartel-general da Frente Oriental nazista durante a Segunda Guerra Mundial.
O local foi frequentado por figuras conhecidas, incluindo Hitler, e foi palco de eventos como a Operação Valquíria. Em 1945, a base foi destruída para evitar a captura pelo exército soviético.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.