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MATO GROSSO

Está na hora de meter a colher! Campanha da Cemulher-MT enfrenta a violência de gênero

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Em briga de marido e mulher você pode e deve meter a colher! Ao interferir em uma situação de violência, você está oferecendo apoio a uma vítima que está em vulnerabilidade. Foi através deste olhar mais humanizado e acolhedor à mulher vítima de violência, que a campanha da Coordenaria Estadual da Mulher em Situação Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso trouxe uma peça que incentiva a denúncia por parte de vizinhos, amigos ou familiares.
 
Na publicação que está disponível no Instagram do TJMT (@TJMToficial), é reforçado o caráter anônimo das denúncias e a importância de não aumentar o risco da pessoa que sofre violência. A coordenadora do Cemulher-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, dá dicas de como evitar que a intensidade das agressões aumente por imperícia.
 
“É muito importante que a mulher vítima de violência converse com amigos, familiares e constitua uma rede de apoio para enfrentamento de todas as violências que tem sofrido. Combinar um código entre com a vítima é fundamental para que você possa agir em situações de risco”, disse a desembargadora.
 
As denúncias podem ser realizadas gratuitamente através do Disque 100, Disque 180 ou então no 190. Todos estes canais oficiais possuem profissionais capacitados para acolher as denúncias e encaminhar policiais ou outras forças de segurança para atuar na defesa da mulher vítima de violência.
 
Nova lei em vigência – Desde junho deste ano, os condomínios de todo o país devem fixar nas áreas comuns e elevadores, cartazes, placas ou comunicados divulgando os canais de denúncias da Central de Atendimento à Mulher (Disque 180) e do Serviço de Denúncia de Violações aos Direitos Humanos (Disque 100).
 
Além disso, a lei também determinou que síndicos, administradoras de condomínio ou qualquer outro funcionário que trabalhe no local são obrigados a denunciar casos de violência contra mulheres, crianças, adolescentes e idosos, sob pena caso não haja a comunicação.
 
Violência contra a mulher no Brasil – Segundo o último estudo publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 17 milhões de mulheres acima de 16 anos sofreram algum tipo de violência no país, no período de junho de 2020 a junho de 2021. Foram 8 mulheres agredidas fisicamente por minuto. Na maioria dos casos, a vítima era negra, separada ou divorciada e tinha entre 16 e 24 anos; em 70% das vezes o agressor era conhecido e em 48,8% das situações a violência aconteceu dentro de casa.
 
No Portal da Cemulher-MT você tem acesso a todas as ações e iniciativas do órgão que atua há 11 anos no enfrentamento da violência doméstica e familiar, e também participa ativamente na articulação com órgãos governamentais e entes não-governamentais municipais, estaduais e nacionais para ampliar os esforços no enfrentamento e prevenção à violência.
 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Foto 01: Arte contendo a frase: “ A violência que acontece no vizinho também é problema seu!” em caixa alta e em primeiro plano. Atrás da frase está uma mulher, de costas, olhando por uma janela, observando a vizinhança. Na parte superior está em destaque “Denuncie! Ligue 180!”. No rodapé estão as logomarcas de Poder Judiciário e da Cemulher TJMT.
 
Laura Meireles
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Qualificação profissional fortalece ações de ressocialização em MT

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta sexta-feira (17), de uma visita técnica às penitenciárias Central do Estado, masculina, e Ana Maria do Couto, feminina, em Cuiabá, voltada à articulação interinstitucional para a implantação de cursos de qualificação profissional destinados a pessoas privadas de liberdade.A agenda integra um esforço conjunto que também reúne o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MT), o Tribunal de Justiça (TJMT), a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT), com foco na ressocialização e na redução da reincidência criminal.A procuradora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, Josane Guariente, ressaltou a importância da qualificação profissional como eixo central da ressocialização.“Eu acredito que, graças às parcerias que acabaram dando muito certo, surge hoje essa ideia trazida pela dra. Thaylise, nessa tentativa de união das instituições, principalmente com relação à qualificação profissional, que é a joia rara desse projeto, porque não há como falar de ressocialização ou reinserção social sem a qualificação profissional”, disse a procuradora.O secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento das políticas de ressocialização no sistema penitenciário.“A qualificação profissional dentro do sistema penitenciário é uma ferramenta estratégica para a ressocialização. Quando oferecemos oportunidades concretas de aprendizado e certificação, estamos contribuindo diretamente para a redução da reincidência e para a construção de uma sociedade mais segura e inclusiva. Essa união de instituições mostra que estamos no caminho certo para transformar realidades”, disse.Durante a visita, o presidente do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso, desembargador Aguimar Peixoto destacou o caráter institucional da ação e o compromisso com a transformação social.“Nós queremos trazer cursos para qualificá-los e com a certificação de um órgão como o Senai, que é uma carta de apresentação para quando eles deixarem a prisão possam apresentar, sem que o tomador do serviço os discrimine. Eles estarão protegidos por uma iniciativa institucional, e consta nessa certificação que o curso é sério, embora ministrado dentro da penitenciária. Esse é o objetivo”, declarou o desembargador.A procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso, Thaylise Campos Coleta de Souza Zaffani, reforçou que a iniciativa busca criar oportunidades reais para o futuro.“Nosso objetivo é estabelecer relações entre as instituições de modo a trazer cursos de capacitação para as pessoas que estão hoje privadas da sua liberdade, mas que um dia retornarão para a sociedade. Nosso objetivo é que elas sejam capazes de devolver, em trabalho, recursos e benefícios, tanto para a sua família quanto para a sociedade e para si próprias. Estamos aqui para estender as mãos, fazer cursos e ampliar espaços. Estamos muito animados e é só o começo de uma grande mudança”, ressaltou.Representando o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT), o gerente de Projetos e Parcerias, Marcos Ribeiro, destacou o papel da instituição na transformação social por meio da educação profissional.“Fizemos essa visita em nome do Sistema Indústria para apresentar as possibilidades de formação profissional junto ao Senai Mato Grosso, por meio dos grandes parceiros que temos aqui no Estado, trazendo qualidade profissional. A nossa diretora Fernanda e o presidente Silvio também acreditam na transformação social por meio da qualificação, e esse é o trabalho do Senai: transformar vidas para uma indústria mais competitiva”, afirmou.Também participou da visita o desembargador Orlando Perri, reforçando o engajamento do Judiciário na construção de políticas públicas voltadas à ressocialização.Com informações da assessoria da Sejus-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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