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Fendi lança Baguette Hand in Hand com artesãos de Madagascar e Escócia

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Fendi lança Baguette Hand in Hand com artesãos de Madagascar e Escócia
Yumi Kuwano

Fendi lança Baguette Hand in Hand com artesãos de Madagascar e Escócia

O projeto Hand in Hand da Fendi , que convida artesãos a reinterpretar a icônica Baguette, há três anos vem transformando a bolsa em uma verdadeira obra de arte com técnicas artesanais de diferentes partes do mundo .

A iniciativa que reimagina a silhueta da bolsa Baguette, criada por Silvia Venturini em 1997, agora reinterpretou a peça em Madagascar, em uma parceria com o projeto Made For A Woman. O grupo liderado por mulheres é dedicado a capacitar artesãs do país africano que emprega mais de 350 mulheres e verificado pela Organização Mundial do Comércio Justo.

A nova peça foi criada a partir de ráfia de uma palmeira endêmica da região e tem quatro diferentes tipos de quadrados de crochê amarrados entre si, além do uso do macramê na alça adornada com belas contas de cornalina, uma pedra que se energiza com banho de sol. O vermelho dessa gema semipreciosa sugere o outro nome dado ao país: ‘Ilha Vermelha’.

Além da Baguette hand in hand, a Fendi trabalha em conjunto com a Made For A Woman na criação de uma versão em tecido de ráfia da Roll Bag da coleção Verão 2024.

Uma outra parceria deu vida a uma bolsa produzida na Escócia para celebrar a herança têxtil do país. Ao lado da marca de design e de fabricação de tecido tartan Prickly Thistle, foi desenvolvido um tecido exclusivamente para Fendi, registrado no Scottish Register of Tartans. Para essa Baguette escocesa é as cores escolhidas foram marrom tabaco, que reflete o logotipo listrado em Pequin institucional da label, com toques de amarelo. O tartan é um tecido tipicamente escocês e um símbolo atemporal de orgulho, honra e identidade.

As bolsas foram finalizadas em Florença, na Itália, onde artesãos especializados da Fendi completam a confecção. De acordo com a maison, o nome ‘hand in hand’ representa o encontro das mãos dos artesãos com as mãos dos artesãos da Fendi, dando vida a uma colaboração única que promove o empoderamento social.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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