A Operação Lei Seca resultou na prisão de 11 pessoas por embriaguez, desobediência e tráfico de drogas, entre o início na noite dessa quarta-feira (20.12) e a madrugada desta quinta-feira (21.12), na avenida Carmindo de Campos, no bairro Grande Terceiro, em Cuiabá.
Ao todo, nove condutores foram presos por embriaguez ao volante, conforme o Artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB); um por mandado de prisão, pelo crime de tráfico de drogas, de acordo com o Artigo 33 da Lei 11.343/2006, e outro ocorreu por desobediência, crime previsto no artigo 330 do Código Penal.
A ação submeteu 162 pessoas ao teste de alcoolemia, e fiscalizou 161 veículos, dos quais 44 foram autuados, sendo 41 carros e três motocicletas.
Durante a operação, também foram realizados 65 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 22 por conduzir o veículo sob efeito de álcool, cinco por recusa de teste de alcoolemia, 24 por condução de veículo sem registro ou não licenciado, e seis por conduzir sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além destes, outros oito foram autuados por infrações diversas.
A Operação Lei Seca, feita pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), ocorre sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado, na noite desta quinta-feira (16 de abril), para atender a uma ocorrência de princípio de incêndio em uma instalação industrial de produção de algodão no Distrito Industrial de Campo Novo do Parecis (a 402 km de Cuiabá).
O 3º Núcleo Bombeiro Militar (3º NBM) recebeu o chamado por volta das 22h30. Ao chegar, os bombeiros constataram que a brigada de incêndio da própria empresa já realizava o combate inicial e que a situação estava controlada, com ações de resfriamento em fardos de caroço de algodão e em um galpão adjacente, evitando a propagação das chamas.
Os militares reforçaram o combate com o estabelecimento de uma linha pelo lado oposto do barracão, intensificando o resfriamento da área atingida. Também foi orientado ao responsável pela empresa que providenciasse maquinário para a remoção do material combustível.
Com o apoio de um trator, entre 35 e 40 fardos de caroço de algodão em combustão foram retirados e levados para uma área externa, onde foi realizado o rescaldo, eliminando focos remanescentes. As chamas foram completamente extintas por volta da 1h. Não houve registro de vítimas.