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Fumar pode dobrar suas chances de AVC; veja os riscos e como prevenir

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Fumar pode dobrar suas chances de AVC
André Braga

Fumar pode dobrar suas chances de AVC

No Brasil, o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado em 29 de agosto, foi instituído pela Lei nº 7488, de 1986, com o objetivo de conscientizar a população sobre os perigos de fumar. A data é um lembrete crucial dos riscos associados ao cigarro, que contém mais de 4 mil substâncias químicas, das quais cerca de 250 são prejudiciais à saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) .

Os componentes tóxicos do cigarro enfraquecem as paredes das artérias, promovem o acúmulo de placas de gordura e aumentam o risco de obstrução arterial, levando a infartos e Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC). “O cigarro atua diretamente na parede das artérias, favorecendo a formação de placas e interrompendo o fluxo sanguíneo” , explica o Dr. Victor Hugo Espíndola . O especialista alerta que fumantes têm o dobro de chances de sofrer um AVC em comparação com não-fumantes.

Além disso, os cigarros eletrônicos, frequentemente vistos como uma alternativa mais segura, também representam riscos. Os vapores emitidos contêm substâncias químicas que podem danificar as artérias, e estudos indicam que usuários de cigarros eletrônicos têm 15% mais chances de sofrer um AVC antes dos 50 anos.

O perigo silencioso do fumo passivo

Outro ponto crítico é o de fumar passivamente. Mesmo quem não fuma, mas convive com fumantes, corre sérios riscos de saúde. “A fumaça do tabaco também afeta os não-fumantes, que podem enfrentar graves problemas de saúde devido à exposição” , reforça Dr. Espíndola. Crianças, idosos e pessoas com doenças pré-existentes são ainda mais vulneráveis aos danos causados pelo fumo passivo.

Parar de fumar é um desafio que requer uma abordagem multidisciplinar, combinando apoio médico, psicológico e social. Superar o vício em tabaco envolve não apenas enfrentar a dependência física da nicotina, mas também lidar com questões emocionais e comportamentais que o hábito do fumo desenvolveu ao longo do tempo.

Como identificar um AVC e agir rapidamente

A detecção rápida de um AVC é essencial para minimizar danos. Sintomas como fraqueza súbita, confusão mental, dificuldade na fala, perda de equilíbrio e dormência em um lado do corpo são sinais de alerta. A escala SAMU é uma ferramenta útil para identificação rápida de AVC:

S (sorriso): peça à pessoa para sorrir e observe se há queda em um lado do rosto.
A (abraço): peça para levantar os braços e observe se há diferença de força entre eles.
M (mensagem): peça à pessoa para repetir uma frase; observe se há alguma dificuldade.
U (urgente): se algum sinal estiver presente, procure ajuda médica imediatamente.

Importância do tratamento precoce

O diagnóstico e o tratamento precoce são fundamentais para reduzir as chances de sequelas significativas após um AVC. “As consequências do AVC são derivadas e dependem muito do tipo de AVC e de qual região do cérebro foi acometida. A partir desses fatores, o paciente pode ter desde sequelas leves até sequelas muito graves e irreversíveis” , explica Dr. Victor Hugo Espíndola.

A conscientização sobre os riscos do tabagismo e a adoção de medidas de prevenção são essenciais para combater os efeitos devastadores do fumo. O Dia Nacional de Combate ao Fumo reforça a importância de políticas públicas, educação em saúde e apoio a todos que desejam parar de fumar.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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