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BRASIL

Fundo Amazônia ganhará R$ 105 milhões da União Europeia; saiba mais

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, se encontrou com o atual presidente no Brasil
Agência Brasil

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, se encontrou com o atual presidente no Brasil

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou durante um encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um investimento de 20 milhões de euros para o Fundo Amazônia , o equivalente a cerca de R$ 105 milhões.

O encontro entre os dois líderes ocorreu no Palácio do Planalto e abordou diversas iniciativas relacionadas à proteção do meio ambiente, combate ao aquecimento global, investimento em energia renovável, acordos comerciais e a situação da guerra na Ucrânia.

Além do investimento no Fundo Amazônia , foram destinados outros 2 bilhões de euros, aproximadamente R$ 10 bilhões, para apoiar a produção brasileira de hidrogênio verde, com foco na eficiência energética na indústria.

Mas ainda faltam detalhes a serem divulgados sobre esse projeto denominado Global Gateway

O bloco europeu também planeja investir 10 bilhões de euros na América Latina e no Caribe por meio do projeto Global Gateway, que visa o desenvolvimento de infraestrutura com foco na adaptação climática e sustentabilidade. O valor destinado especificamente ao Brasil não foi informado.

Lula criticou políticas liberais europeias e americanas com relação ao meio ambiente

Durante o pronunciamento, von der Leyen destacou a união de esforços contra as mudanças climáticas, enquanto Lula ressaltou o desejo de reindustrialização do Brasil e criticou as políticas europeias e americanas, mencionando o reconhecimento tardio da importância da ação do Estado em políticas industriais após ciclos de liberalismo exagerado.

O presidente também abordou questões geopolíticas, mencionando a necessidade de mais diplomacia e menos intervenções armadas em países como Ucrânia, Palestina e Iêmen . Ele defendeu a aplicação dos princípios do Direito Internacional de forma não seletiva, ressaltando a importância da paz nessas regiões.

Lula expressou sua preocupação em relação ao acordo comercial União Europeia-Mercosul , pedindo que ele não traga sanções que possam prejudicar a competitividade da indústria nacional.

Von der Leyen busca fortalecer os laços com a América Latina, e além do encontro com Lula, ela também se reunirá com os presidentes da Argentina, Chile e México nos próximos dias.

União Europeia está em busca de alternativas que reduzam sua dependência comercial com a China

A União Europeia busca estabelecer parcerias com países que compartilham ideias semelhantes para garantir fontes alternativas de comércio e minerais essenciais para sua transição verde, reduzindo sua dependência da China.

Bruxelas, capital sede da UE, sediará uma cúpula com mais de 30 líderes da América Latina e do Caribe em julho. O encontro tem como objetivo impulsionar a nova agenda amebiental dos países europeus com os países representantes.

A agenda inclui o acordo comercial União Europeia-Mercosul, que, embora tenha sido fechado em 2019, ainda possui questões pendentes relacionadas principalmente ao desmatamento na Amazônia e ao mercado agrícola interno europeu. Atualmente, o Mercosul é composto pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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