O governador Mauro Mendes assinou a ordem de serviço para a construção do Congódromo em Vila Bela da Santíssima Trindade.
A assinatura ocorreu na tarde desta sexta-feira (25.08). A obra será realizada por meio de convênio com o município, no qual o Governo do Estado aporta R$ 8,5 milhões e a prefeitura R$ 263 mil.
A luta pelo Congódromo existe há décadas. O local será utilizado como um centro multioso para atividades artísticas e para a preparação da Festa do Congo, que é uma das mais tradicionais manifestações culturais e religiosas de Mato Grosso.
“Vila Bela foi a primeira capital de Mato Grosso e para mim é uma honra enquanto governador, e em nome de todos os mato-grossenses, ajudar a realizar esse importante projeto na cidade. É uma demonstração de respeito às nossas manifestações culturais”, afirmou o governador.
O prefeito de Vila Bela, Jacob André Bringsken, agradeceu a confiança do governador e afirmou que a obra “é um presente” à população local.
“Muitas promessas passaram, mas agora é algo concreto e vai ser realizado em menos de dois anos. Isso aqui é o sonho dos vilabilenses, com a realização não só da festança, mas tendo esse centro de múltiplos eventos, que vai permitir realizar várias atividades”, disse.
Também estiveram na assinatura os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil) e César Miranda (Desenvolvimento Econômico); o diretor administrativo da MT Par e ex-secretário adjunto de Turismo, Jefferson Moreno; além de lideranças locais.
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado, na noite desta quinta-feira (16 de abril), para atender a uma ocorrência de princípio de incêndio em uma instalação industrial de produção de algodão no Distrito Industrial de Campo Novo do Parecis (a 402 km de Cuiabá).
O 3º Núcleo Bombeiro Militar (3º NBM) recebeu o chamado por volta das 22h30. Ao chegar, os bombeiros constataram que a brigada de incêndio da própria empresa já realizava o combate inicial e que a situação estava controlada, com ações de resfriamento em fardos de caroço de algodão e em um galpão adjacente, evitando a propagação das chamas.
Os militares reforçaram o combate com o estabelecimento de uma linha pelo lado oposto do barracão, intensificando o resfriamento da área atingida. Também foi orientado ao responsável pela empresa que providenciasse maquinário para a remoção do material combustível.
Com o apoio de um trator, entre 35 e 40 fardos de caroço de algodão em combustão foram retirados e levados para uma área externa, onde foi realizado o rescaldo, eliminando focos remanescentes. As chamas foram completamente extintas por volta da 1h. Não houve registro de vítimas.