Pacotes de ajuda humanitária arremessados do céu deixaram cinco mortos em Gaza
O Brasil ocupa o número 89 no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Organização das Nações Unidas (ONU), de acordo com novo relatório divulgado pela Organização nesta quarta-feira (13). A lista tem 193 países. No topo do ranking estão Suíça, Noruega e Islândia. República Centro-Africana, Sudão do Sul e Somália, todos no continente africano, ocupam as três últimas posições.
O relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento aponta que os avanços foram profundamente desiguais, após a crise provocada pela pandemia em 2020 e 2021, quando o relatório registrou pela primeira vez quedas nos índices globais.
Países ricos experimentam níveis recorde de desenvolvimento humano. Por outro lado, entre os 35 países menos desenvolvidos, 18 ainda não retornaram aos níveis de 2019.
Nota do Brasil menor que países em guerra
Um fato que acabou gerando confusão foi a posição do Brasil ser menor que a de países envolvidos em guerras, como é o caso da Rússia, que ocupa a 56ª posição com um IDH de 0,821.
A guerra entre a Rússia e a Ucrânia vem ganhando mais camadas desde a invasão no dia 24 de fevereiro de 2022. Ainda não há um fim à vista para o conflito, com os russos ocupando áreas significativas no leste e no sul da Ucrânia.
O mesmo ocorre com Israel, que ocupa a 25ª posição, com um IDH de 0,915 em meio ao conflito que trava contra o grupo extremista Hamas desde outubro de 2023.
As guerras costumam gerar impactos diretos na economia e, consequentemente, nos índices de diversas maneiras. A estruição de infraestruturas essenciais, danos à saúde, impactos na educação e o deslocamento populacional podem acabar interferindo no IDH. Mesmo com todas as questões envolvendo os dois países, seus índices continuam maiores que o do Brasil.
Recuperação de 2022
A Chefe de Estatística do Escritório que elabora o índice, Yanchun Zang observa que a recuperação em 2022 ainda não foi suficiente para o nível global voltar ao patamar de pré-pandemia. E chama a atenção para as grandes divergências entre os países. “A recuperação do IDH foi desigual. Enquanto todos os países da OCDE se recuperaram, apenas metade dos países menos desenvolvidos fizeram o mesmo. Os mais pobres e mais vulneráveis da comunidade internacional estão sendo deixados para trás”.
Outra preocupação trazida no relatório são os discursos contrários à cooperação global necessária para lidar com questões urgentes.
No evento de apresentação do relatório, o secretário-geral da ONU, Antônio Guterrez, declarou que o mundo vive uma era de polarização. “Entre as comunidades e através das regiões, as pessoas estão sendo afastadas umas das outras pelo aumento da desigualdade, a escalada de conflitos e as catástrofes climáticas. A desinformação e a quebra da confiança estão esgarçando o tecido social e reduzindo o espaço para o debate público propositivo”.
Segundo o relatório, o avanço da ação coletiva internacional também é prejudicado por uma incoerência que tem sido notada em pesquisas: enquanto 9 em cada 10 pessoas em todo o mundo apoiam a democracia, mais da metade dos entrevistados em pesquisas globais expressam apoio a líderes que podem minar o processo democrático.
O relatório destaca ainda que a desglobalização não é viável nem realista no mundo atual e que a interdependência econômica continua elevada. Segundo os autores, nenhuma região do mundo está próxima da autossuficiência e todas dependem de importações de outros locais.
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!