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Incêndio em caminhão no Túnel da Covanca, no Rio, tem 40 vítimas

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Um incêndio em um caminhão carregado de cervejas, nesta quinta-feira (8), na galeria do Túnel da Covanca, na Linha Amarela, no Rio de Janeiro, fez 40 vítimas, segundo o Corpo de Bombeiros. Elas foram encaminhadas a hospitais. Os bombeiros ainda estão no local fazendo o trabalho de rescaldo.

“A remoção do caminhão [é feita] de maneira segura e acompanhando os trabalhos de liberação da via. Fogo em veículo com perda total. A apuração da causa geralmente é feita pela Polícia Civil. A gente ainda não [ainda] sabe quais são as causas”, disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros, major Fábio Contreiras, em entrevista à Agência Brasil.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, informou que os hospitais municipais Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, Albert Schweitzer, em Realengo; Salgado Filho, no Méier; Miguel Couto, na Gávea; e Souza Aguiar, no centro, receberam 38 vítimas.

“São pacientes intoxicados pela fumaça proveniente do incêndio. Todos estão em tratamento, alguns já recebendo alta e dois casos muito graves, que precisaram de intubação orotraqueal [procedimento médico para estabelecer o controle da via aérea], que vão ficar internados, mas provavelmente vão estabilizar e sair bem”, opinou.

Soranz acrescentou que a recomendação em casos de incêndio sempre é evitar o contato com a fumaça, porque podem estar presentes nela produtos químicos, como monóxido de carbono, que gera intoxicação intensa, que muitas vezes pode levar o paciente à gravidade e até a óbito.

“A recomendação é ficar o mais longe possível no caso de fumaça e proteger as vias aéreas com um pano ou máscara. Se puder com pano úmido é melhor. É muito importante que as pessoas evitem e, em caso de fumaça, procurem sair o mais rápido possível do ambiente”, concluiu.

Como escapar

O porta-voz dos bombeiros também fez recomendações. Se a pessoa avistar à frente fumaça em um túnel não deve entrar nele, deve reduzir a velocidade do veículo, ligar o pisca alerta, colocar o veículo no acostamento e chamar o Corpo de Bombeiros.

“Agora, se você está dentro do túnel e observou muita fumaça, perdeu visibilidade e não consegue enxergar o que está à frente, não tente ultrapassar com o veículo e nem com o ar-condicionado ligado, porque ele não vai filtrar os gases tóxicos. [Por causa da fumaça] o ambiente também está com pouco oxigênio. Imediatamente saia do veículo e vá na direção oposta. De preferência, se tiver uma conexão com outra galeria do túnel, vá para o outro sentido. São dicas fundamentais para a gente não ter acidentes mais graves”, completou.

Segundo o major Contreiras, os militares foram acionados às 7h25 e tiveram dificuldades para chegar ao local porque a pista estava bastante congestionada. “A gente teve que fazer o acesso pelo sentido contrário da via. Isso é uma prática que se faz”, explicou.

O trânsito precisou ser interrompido nos dois sentidos da via, uma que era a do acidente e a outra em direção à Barra da Tijuca porque também havia grande quantidade de fumaça.

“A gente também interrompe a via para que as ambulâncias cheguem mais rápido. O incêndio a gente conseguiu controlar de maneira bem rápida, mas o que chamou a atenção foi a quantidade de pessoas dentro do túnel, elas não saíram, o que gerou essa quantidade de vítimas [40]”, afirmou.

“A gente ficou a manhã toda utilizando os ventiladores do Corpo de Bombeiros para tirar a fumaça do ambiente. Tem bastante carro abandonado dentro do túnel”, acrescentou.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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