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Inmet emite alerta de grande perigo para RJ, SP e BA; veja a previsão

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A árvore que caiu na Rua Pereira da Silva, em Laranjeiras, atingiu um carro
Centro de Operações Rio / Reprodução

A árvore que caiu na Rua Pereira da Silva, em Laranjeiras, atingiu um carro

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê chuvas em grande parte do Brasil nesta quarta-feira (24). Na Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, alertas de grande perigo foram emitidos, com aviso de acumulado de chuva até às 10h da quarta-feira.

O alerta vermelho indica grande perigo, com acumulado de chuva acima de 100 mm/dia. Isso aumenta o risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos em áreas de risco nas cidades.

No Rio de Janeiro, espera-se um dia com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperatura variando entre 23ºC e 21ºC. São Paulo terá um panorama semelhante, com dia nublado, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, e mínima de 16ºC.

Em Salvador, o dia será nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, e a temperatura varia entre 28ºC e 25ºC.

Para agir durante alertas de grande perigo, o Inmet orienta desligar aparelhos elétricos, observar encostas, permanecer em local abrigado, proteger pertences da água e obter informações junto à Defesa Civil e ao Corpo de Bombeiros.

O alerta laranja, também de perigo, abrange estados no litoral e na região central do Brasil, indicando chuvas intensas, ventos fortes, queda de granizo e outros riscos até 10h da quarta-feira.

O Inmet destaca perigo nos litorais de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, com alerta para chuva entre 50 a 100 mm/dia, risco de alagamentos e deslizamentos até 10h da quarta-feira.

Além disso, alertas amarelos indicam perigo potencial, com chuva até 50 mm/dia, ventos intensos, baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas até 10h da quarta-feira.

Quanto à previsão para o resto da semana, diversas regiões do Brasil podem esperar pancadas de chuva, raios, rajadas de ventos e trovoadas, de acordo com a influência de fenômenos climáticos específicos em cada região.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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