Ataque israelense à Síria iniciou conflito entre Irã e Israel
O Irã está cumprindo a promessa de atacar Israel e iniciou o combate com drones, segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF) reportaram no X, antigo Twitter. A informação foi confirmada pelo porta-voz do IDF, Daniel Hagari, na rede social.
Segundo agências de notícias, os drones foram vistos cruzando o céu do Iraque. Tanto o Iraque quanto a Jordânia fecharam seus espaços aéreos. Estima-se que pelo menos 20 drones foram disparados contra Israel, e devem demorar minutos e horas para chegar em território israelense.
O ataque do Irã é em retaliação ao bombardeio israelense à embaixada iraniana em Damasco, na Síria, quando sete pessoas foram mortas, inclusive três integrantes da Guarda Revolucionária do Irã.
Iran launched UAVs from within its territory toward Israel a short while ago.
The IDF is on high alert and is constantly monitoring the operational situation. The IDF Aerial Defense Array is on high alert, along with IAF fighter jets and Israeli Navy vessels that are on a… pic.twitter.com/eEySouGVcN
Desde então, Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou que o país estava pronto para responder a eventuais ataques, enquanto o aiatolá Ali Khamenei afirmou que Israel sofreria retaliações pelo ataque em Damasco.
Na última sexta-feira, mísseis iranianos foram disparados da Síria para Israel, mas a maioria foi interceptada pelo sistema de defesa antiaérea Israelense.
Neste sábado, o navio MSC Aries, que opera com bandeira portuguesa, foi interceptado por iranianos, que afirmam que a embarcação está “ligada a Israel”.
Entretanto, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, declarou que Teerã realiza pirataria e deve receber sanções por isso.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.