“Perdemos a comunicação, então temos que assumir que não conseguimos completar o pouso na superfície lunar”, afirmou Takeshi Hakamada, o CEO da ispace, durante transmissão ao vivo da empresa.
O módulo, que pesa 340 quilos e tem apenas três metros de altura, está em órbita lunar desde o mês passado. Ele tinha o objetivo de explorar a região lunar e, possivelmente, trabalhar com a Nasa, segundo a agência Reuters.
Se a missão fosse completada, o Japão seria o quarto país no mundo a pousar um artefato na Lua , ficando atrás somente dos Estados Unidos, Rússia e China.
A Ispace acredita que a Lua pode se tornar um sistema econômico vibrante e sustentável, com uma população de 1.000 pessoas e 10.000 visitantes por ano até 2040.
Além do Rashid, também estava sendo enviado um robô lunar criado pela JAXA , agência espacial japonesa. Ambos explorariam a Lua por alguns dias.