Uma ambulância em Gaza transportando feridos de Gaza para o Hospital AL Shefa’ em Gaza
Uma refém israelense mantida presa pelo grupo extremista Hamas desde 7 de outubro , teria sido morta pela organização radical. A vítima foi identificada como Yehudit Weiss e encontrada morta no hospital de Gaza, segundo a declaração do porta-voz militar israelense, Daniel Hagari.
Segundo ele, o corpo foi encontrado “em um prédio na área do hospital Shifa” em Gaza. Eles ainda acharam várias as armas ao lado da vítima. A família foi comunicada e o funeral da mulher será em Israel.
“No hospital Shifa encontramos um veículo do Hamas que participaria do ataque em 7 de outubro. Dentro dele, havia equipamentos de combate. Um veículo de terroristas, com armas, em um hospital”, afirmou Hagari.
De acordo com as Forças de Israel, o Hamas mantém 240 reféns. Nos últimos dias, o Catar anunciou que estaria negociando uma libertação de cerca de 50 reféns israelenses em troca de um cessar-fogo de três dias.
Evacuação no Sul
As Forças Israelenses alertaram na quinta-feira (16) que os moradores do sul de Gaza que deixem suas casas . A ordem foi destinada para as cidades de Bani Shuhaila, Khuzaa, Abassan e Qarara. Elas estão próximas a Khan Younis, município que abrigou milhares vindos do norte.
Antes do conflito entre Israel e Hamas, o sul de Gaza tinha cerca de 100 mil habitantes. Agora, estima-se que o número tenha lotado as cidades com os cidadãos que fugiram de onde estavam ocorrendo os bombardeios.
Os moradores do sul foram avisados por folhetos que diziam: “Os atos do Hamas exigem que as forças de defesa ajam nas áreas de sua residência. Para sua segurança, você precisa sair de casa imediatamente e ir para abrigos conhecidos.”
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.