Foguetes lançados pelo Hezbollah, na fronteira, fez que Israel atacasse e resultasse em três mortes, segundo a mídia libanesa
Na noite de quarta-feira , confrontos intensos na fronteira entre Israel e Líbano resultaram em três mortes em solo libanês durante um ataque aéreo israelense. De acordo com as Forças de Defesa de Israel (FDI) , o disparo ocorreu devido aos toques de sirenes em um kibutz próximo à fronteira.
As tensões crescentes são provocadas pelos combates transfronteiriços entre as FDI e o grupo radical islâmicoHezbollah, que domina o sul do Líbano desde o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro.
U.S. Air Force Staff Sgt. Jack Sanders – 11.04.2021
Benny Gantz, membro do Gabinete de Guerra de Israel, informa que “Se o mundo e o governo libanês não agirem pra impedir os disparos e pra distanciar o Hezbollah da fronteira, as Forças Armadas de Israel farão isso”
Benny Gantz, membro do Gabinete de Guerra de Israel , alertou que, caso o governo libanês seja incapaz de afastar o Hezbollah da fronteira, as FDI resolverão o problema por conta própria. Na quarta-feira, Benny também afirmou que o tempo está se esgotando para se chegar a uma solução diplomática com o grupo.
Benny ressaltou que a situação na fronteira exige mudança, aumentando os temores de uma guerra mais ampla no Oriente Médio.
Reprodução/Twitter
Em um comunicado, as FDI lamentam os danos causados a civis no dia 24 de dezembro, em Al-Maghazi
SITUAÇÃO EM GAZA
As FDI emitiram alertas aos residentes para evacuarem Gaza. Residentes em 15 quarteirões ao sul de Wadi Gaza, incluindo o campo de refugiados de Al-Bureij, foram instruídos a deixar urgentemente suas residências em meio à intensificação da campanha militar contra o Hamas.
O comunicado se deu por meio de mensagens no X (antigo Twitter), dada a falta de comunicação e acesso à internet em Gaza. A incerteza paira sobre quantos residentes estão cientes dessas “instruções urgentes”.
O Ministério da Saúde controlado pelo Hamas, informou que os ataques aéreos israelense resultaram na morte de pelo menos 50 pessoas na quinta-feira (28). Além disso, o número de feridos aumentou de 12 para 21 , agravando ainda mais a crise humanitária na região.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.