Bombardeios israelenses atingiram cidades do sul do Líbano nesta quarta-feira (11), em resposta a um novo ataque com foguetes do poderoso grupo armado Hezbollah, conforme a violência transfronteiriça se estendia pelo quarto dia.
O Hezbollah disse ter disparado mísseis de precisão contra uma posição israelense em resposta à morte de seus membros em bombardeios israelenses no início da semana, prometendo respostas “decisivas” aos ataques ao território libanês, especialmente os mortais.
Os militares israelenses disseram que atingiram uma posição do Hezbollah com um ataque aéreo e que também “atacaram” o Líbano depois que um posto militar próximo à cidade israelense de Arab al-Aramshe foi alvo de fogo antitanque nesta quarta-feira.
Eles não forneceram imediatamente detalhes sobre vítimas.
Uma fonte de segurança libanesa afirmou que o Hezbollah disparou dois mísseis de precisão contra Israel, que o grupo considera seu inimigo declarado.
Moradores da cidade de Rmeish, no sul do Líbano, disseram que os bombardeios israelenses atingiram as proximidades. Uma fonte de segurança declarou à Reuters que os projéteis de artilharia israelense estavam atingindo o ponto de lançamento de foguetes em torno de Dhayra, diante de Arab al-Aramshe.
O Hezbollah e a facção palestina Hamas reivindicaram ataques a partir do Líbano na terça-feira (10). O Hezbollah disparou um míssil guiado contra um tanque israelense, publicando um vídeo de sua destruição, e o Hamas disse que lançou uma salva de foguetes de Al-Koleilah contra Israel.
O surto de violência ao longo da fronteira ocorre depois que o Hamas lançou um ataque mortal contra Israel no fim de semana, com Israel desencadeando uma campanha de bombardeio contra Gaza.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.