Os residentes de Gaza vasculham os restos do parque infantil onde as crianças de Gaza brincavam no Hospital Al Ahli, que foi tragicamente bombardeado na noite de 17 de Outubro
De acordo com o Secretariado do Gabinete israelense, seguindo o acordo negociado, 150 prisioneiros palestinos seriam libertados em quatro etapas durante quatro dias. A condição é que ao menos 10 raptados israelenses que estão sob posse do Hamas fossem entregues às forças de segurança de Israel todos os dias.
Embora a negociação preveja a libertação de 150 mulheres e crianças palestinas detidas em prisões israelenses, a lista divulgada hoje pelo governo israelense conta com 300 nomes, já que Israel oferece a possibilidade de uma segunda fase de troca de prisioneiros por reféns.
Conforme o Secretariado do Gabinete do país, uma possível segunda fase funcionaria da mesma forma, incluindo a libertação de palestinos em grupos com a condição da libertação de pelo menos 10 pessoas por dia e uma pausa no conflito.
A lista publicada nesta manhã dá início a uma contagem regressiva de 24 horas, período em que petições legais contra a libertação de prisioneiros palestinos podem ser apresentadas ao Supremo Tribunal de Israel.
A implementação ocorrerá em cinco etapas, envolvendo a entrega dos reféns ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Eles serão transferidos para representantes das Forças Armadas de Israel, passarão por exames médicos iniciais e serão levados a hospitais designados antes de se reunirem com suas famílias.
Etapas seguintes envolverão avaliações da capacidade dos reféns de relatar o que aconteceu antes de serem submetidos a interrogatórios.
A libertação dos capturados deve acontecer a partir de quinta-feira (23), segundo a mídia local.
“Quero esclarecer: estamos em guerra, continuaremos em guerra até atingirmos todos os nossos objetivos. Destruiremos o Hamas, traremos todos os nossos sequestrados e desaparecidos de volta e garantiremos que em Gaza não haverá nenhum partido que represente uma ameaça a Israel”, disse o premiê.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.