Connect with us

BRASIL

Joalheira Silvia Badra ganha notoriedade no segmento social e ambiental

Publicado

em

Joalheira Silvia Badra ganha notoriedade no segmento social e ambiental
Jorge Eduardo Antunes

Joalheira Silvia Badra ganha notoriedade no segmento social e ambiental

De voz doce e com uma simpatia ímpar, Silvia Badra é figura de alta estima na capital. Graduada em Psicologia, tem usado sua formação nas inúmeras atividades profissionais em trilhadas até hoje. Mesmo durante o período em que morou na Inglaterra, quando o marido, Rafael, se dedicava ao automobilismo da categoria F2, jamais deixou de pesquisar o comportamento e a mente humana.

A sua inserção no universo das joias foi em 2013. Após dedicar-se anos à frente do Departamento de Psicologia no Colégio Galois, zelando por mais de 900 jovens, Silvia exauriu e optou por um período sabático. Nesse ínterim, surgiu a oportunidade de mudar de ares e assumir a gestão da joalheria Tiffany & Co., recém-inaugurada no Iguatemi Brasília. E foi lá que surgiu a paixão pela joalheria.

Deixou a joalheria norte-americana e dedicou-se aos estudos do desenho e da ourivesaria. Inicialmente, criou para amigos e familiares. A demanda lhe fez montar um ateliê, na QI 21, Lago Sul, que tempos depois transformou-se na loja onde sua marca de nome homônimo está instalada atualmente.

“Eu aprendi a mexer, manusear, manualmente. Passei a recriar e ressignificar peças de pessoas próximas que continham significado afetivo. Ainda era um hobby, não investia financeiramente” , conta. Assim, seu trabalho foi criando, naturalmente, identidade e conceito. “Eu mantive clientes muito fiéis e que compactuam com os valores da minha marca, que são de extração mínima de pedras e metais e de aproveitamento do ouro purificado e redesenhado” , destaca.

Silvia ressalta o propósito criativo. “O que faço tem tudo a ver com a psicanálise, pois meu trabalho serve também de crítica social, além do olhar para a economia circular, bem como as atuais práticas de ESG, que considero relevantes em qualquer atuação de consumo atual” .

Ao longo desta década, diversos projetos relevantes foram realizados. Entre eles, uma parceria com as índias caiapós, onde a joalheira customizou colares com ouro, pedras preciosas e prata. E com o Instituto Proeza, desenvolvendo terços bordados, capacitando mulheres em situação de vulnerabilidade, viabilizando os seus sustentos financeiros.

A psicanálise em forma de joia
Com a transformação dos metais e pedras em joias, Silvia faz analogia com sua escuta clínica decorrente da profissão em que as pessoas são transformadas pela palavras.

Assim, na construção das peças autorais, a identidade dos clientes é o ponto de partida. Ao receber relatos de afetos e memórias, oferece novos significados a peças antigas e constrói formas modernas e atuais.

Ao evitar o excesso de extração de pedras e metais da natureza, Silvia faz um convite aos clientes, agregando ideias e participando de uma criação conjunta.

A natureza também serve de inspiração para a joalheira. As biojoias Shell são exemplo de uma marca sustentável que Silvia encontrou para criar acessórios que celebram a beleza natural do oceano.

Assim, utilizando conchas coletadas de forma responsável, as biojóias refletem a estética marinha, ao mesmo tempo em que promovem o meio ambiente e o desenvolvimento econômico em comunidades litorâneas.

Ao longo de seu percurso profissional, Silvia tambem trabalhou com dependência química, intercalando a atuação em consultório com algo aplicado à coletividade. Participou de projetos de alfabetização de adultos e de crianças ligados a servidores da Câmara dos Deputados.

O olhar para o próximo com trabalho social
Há seis anos, Silvia participou da formação original da GPS|Foundation , o braço filantrópico do Grupo GPS. Atualmente, na Foundation, desempenha a função de coordenadora de projetos e captadora de parcerias. Há pouco tempo, iniciou uma parceria com a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), onde participa de palestras e rodas de conversa com mulheres vítimas de violência doméstica.

Silvia foi uma das participantes do ‘Movimente’, evento organizado pelo Sebrae-DF, criado para estimular o empreendedorismo feminino. “Contribuí para a criação de um documento sobre saúde mental e questões implícitas, para criar autonomia paras mulheres saírem da dependência financeira de seus cônjuges e parentes” , conta.

“Eu defino o meu trabalho como a curiosidade pelas transformações da vida. Costumo dizer que atuo entre a polissemia e poliformia, entre a possibilidade de transformação do sujeito por meio da palavra e a possibilidade de transformação dos objetos através das artes e do trabalho manual” , compartilha.

The post Joalheira Silvia Badra ganha notoriedade no segmento social e ambiental first appeared on GPS Brasília – Portal de Notícias do DF .

Fonte: Nacional

Continue Lendo

BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

Publicado

em

Por

Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora