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Jornalista da Record é demitida após vazamento de entrevista que estremeceu mercado

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Jornalista da Record é demitida após vazamento de entrevista que estremeceu mercado
Redação GPS

Jornalista da Record é demitida após vazamento de entrevista que estremeceu mercado

A jornalista Renata Varandas , que atuava como apresentadora substituta do Jornal da Record e também como principal repórter do canal em Brasília, foi demitida da emissora, nesta quarta-feira (17), após a direção descobrir um suposto envolvimento dela com uma agência de análise política e financeira.

Segundo o site TV Pop, a empresa para a qual Renata trabalhava foi responsável por vazar trechos, fora de contexto, da entrevista a qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concedeu à emissora sobre ao mercado financeiro, causando uma oscilação na cotação do dólar.

A entrevista de Lula para o Jornal da Record foi oficializada pela emissora na última terça-feira (15), tendo trechos vazados antes da divulgação oficial pelo canal.

Em uma das falas reveladas antecipadamente, o presidente teria mencionado a falta de convencimento sobre a necessidade de cortes orçamentários. De acordo com publicação no jornal Folha de S.Paulo , a exposição antecipada e retirada de seu contexto acabou provocando um salto na cotação do dólar, pois analistas avaliaram que as falas do mandatário da República provocaram ruídos de incertezas fiscais, e no final do dia, a moeda recuou e fechou em baixa.

A Capital Advice, empresa onde Renata Varandas era sócia-administradora ao lado de outras jornalistas, segundo o portal, e sem o conhecimento da Record, se descreve como uma “casa de análise política referência no Brasil e no exterior”, especializada em fornecer informações para auxiliar na tomada de decisões de alocação de recursos.

Apesar de ter aberto o CNPJ da Capital Advice em 2020, Renata já estava na Record há quase duas décadas, passando também pela Rede Amazônica e pela assessoria de imprensa do Senado Federal. Ela estudou no Centro Universitário de Brasília (Ceub) e teve uma trajetória marcada por trabalhos em jornais de televisão.

Após a repercussão, a Record TV emitiu um comunicado oficial lamentando o vazamento de informações da entrevista com Lula e condenando a prática de recortes parciais que possam distorcer o contexto das entrevistas realizadas por suas equipes.

“A Record esclarece que soube da ligação da repórter Renata Varandas com a Capital Advice somente após a divulgação do release pela agência. A emissora deixa claro que condena qualquer vazamento de informações, principalmente com recorte parcial do que é apurado em entrevistas feitas por nossas equipes. Medidas cabíveis serão tomadas com a apuração dos fatos”, diz o comunicado.

As informações são da Revista IstoÉ .

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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