O líder do grupo paramilitar Wagner, Yevgeny Prigozhin, negou assinar um contrato proposto pelo governo russo para que eles sejam parte do Ministério da Defesa da Rússia. Dessa forma, o grupo deixará de ser financiado pelo Kremlin.
Segundo a agência estatal russa TASS , o coronel-general Andrei Kartapolov, que é um legislador influente que preside o comitê de defesa do parlamento, disse que Prigozhin se recusou a assinar os contratos e depois foi informado que seus mercenários não lutariam mais na Ucrânia.
Nenhum dos membros do grupo Wagner que participaram da rebelião será alvo de perseguição criminal. Os mercenários que não aderiram à revolta serão integrados ao Ministério da Defesa russo.
Na ocasião, também foi acordado que Prigozhin se exilasse em Belarus, país aliado de Moscou, e deixar o front na Ucrânia e em São Petersburgo.