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Lira critica decisão de Dino sobre “Emendas Pix” e defende autonomia do Congresso

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Lira critica decisão de Dino sobre “Emendas Pix” e defende autonomia do Congresso
Redação GPS

Lira critica decisão de Dino sobre “Emendas Pix” e defende autonomia do Congresso

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criticou duramente, nesta quarta-feira (14), a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino , que limitou a execução das chamadas “emendas Pix” — emendas orçamentárias que transferem recursos diretamente a estados, Distrito Federal e municípios.

Segundo Lira, a decisão monocrática de Dino não pode retirar do Congresso Nacional seu poder constitucional de gerir as emendas parlamentares, considerado uma prerrogativa estabelecida em cláusulas pétreas da Constituição.

As “emendas Pix” são conhecidas por permitir que os recursos sejam repassados sem uma destinação específica, dando maior flexibilidade para estados e municípios alocarem os fundos conforme suas necessidades. Ao participar do 32º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos,

Lira destacou a relevância dessas emendas para o financiamento da saúde pública, ressaltando que “os 513 deputados federais e os 81 senadores vivem os problemas da prestação do serviço de Saúde, sabem que as Santas Casas e os hospitais filantrópicos sobrevivem com o apoio indispensável das emendas parlamentares”, disse.

A decisão de Flávio Dino, tomada no início de agosto, determinou que as transferências de recursos via “emendas Pix” sejam fiscalizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), com base em preocupações sobre a transparência dessas operações. O ministro suspendeu o envio de cerca de R$ 8 bilhões, mas permitiu que emendas destinadas a obras em andamento continuassem a ser executadas.

Em resposta, o Congresso Nacional entrou com um agravo regimental contra as decisões do ministro, pedindo a revogação das liminares. Lira enfatizou que o orçamento é uma atribuição do Legislativo e que “sem o aval do Parlamento, [o orçamento] não tem validade constitucional”.

Ele também destacou a importância do diálogo entre os poderes para resolver a questão, mas lembrou que o Congresso tem a responsabilidade de aprovar o orçamento.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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