Marinheiros são resgatados em Ilha próxima a Micronésia pela Guarda Costeira dos EUA
Três marinheiros estadunidenses foram salvos em uma pequena ilha desabitada no Oceano Pacífico na última terça-feira (9), após formarem um grande sinal escrito “HELP” (ajuda em inglês), usando folhas de palmeira.
O trio ficou por mais de uma semana no Atol de Pikelot, que faz parte dos Estados Federados da Micronésia. Os homens que são parte da mesma família, têm mais de 40 anos e sobreviverm comendo cocos.
Eles viajaram no domingo de Páscoa para Polowat, em um pequeno barco de 6 metros. Foram dados como desaparecidos por uma mulher que disse que seus três tios não conseguiram voltar para casa.
Inicialmente, a área de busca era de mais de 78.000 milhas náuticas quadradas. O sinal feito com as folhas de palmeira foi avistado pela Guarda Costeira dos EUA e os homens foram resgatados com a ajuda da Marinha estadunidense.
Chelsea Garcia, disse em nota como foi o processo de resgate dos marinheiros: “eles soletraram ‘HELP’ na praia usando folhas de palmeira, um fator crucial em sua descoberta. Este ato de engenhosidade foi fundamental para orientar os esforços de resgate diretamente para sua localização”.
Guarda Costeira dos EUA
Palavra “HELP” escrito com folhas de palmeira
O Atol Pikelot é uma ilha de coral desabitda a cerca de 1.600 quilômetros ao norte de Papua Nova Guiné, que é visitada por barcos de pesca de tempos em tempos. A Micronésia, da qual o atol faz parte, é um conjunto de cerca de 600 ilhas que cobrem uma enorme extensão do Pacífico.
A guarda costeira revelou que o resgate foi prejudicado pelas condições climáticas e falta de aviões. Os “esforços persistentes” fizeram com que um barco do órgão, já na Micronésia, fosse desviado para ajudar o resgate.
Um avião também lançou pacotes de sobrevivência e um rádio na ilha e, através dele, os três homens afirmaram que estavam “saudáveis e com acesso a comida e água e recuperam seu esquife (um tipo de embarcação), que havia sofrido danos”, disse a guarda. Após o resgate, o trio foi levado de volta para Polowat.
Esta não é a primeira vez que as autoridades resgatam marinheiros presos na ilha. Em 2020, três micronésios foram encontrados em Pikelot pelas Forças de Defesa Australianas, depois de soletrarem “SOS” usando folhas de palmeira.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.