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BRASIL

Morre indígena de 15 anos violentada no Amapá

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Vítima de violência sexual no extremo norte do país, a adolescente indígena karipuna Maria Clara Batista morreu neste domingo (17). Aos 15 anos, ela estava internada em estado grave em um hospital de Caiena, capital da Guiana Francesa, para onde foi levada após agravamento do seu quadro clínico.

A morte foi confirmada em nota divulgada pelo Conselho de Caciques dos Povos Indígenas de Oiapoque (CCPIO). A entidade prestou solidariedade aos familiares e denunciou que Maria Clara veio a óbito “após ser vítima de um crime bárbaro onde pedimos justiça”.

O caso ocorreu na quarta-feira (13) na cidade de Oiapoque, no Amapá. A indígena foi abusada e afogada na lama, em uma área de pântano. Após o crime, ela conseguiu deixar o local e procurar ajuda. Ao analisar câmeras de segurança, a polícias Civil e Militar prenderam em flagrante Cláudio Roberto da Silva Ferreira, de 43 anos. Ele é acusado de estupro e tentativa de homicídio.

“Através do trabalho de inteligência, localizamos o acusado, que estava em uma embarcação pesqueira próximo ao oceano, em direção ao estado do Pará. Interceptamos o barco e prendemos o indivíduo”, explicou o delegado Charles Corrêa em nota divulgada pela Polícia Civil do Amapá.

No dia seguinte, a prisão em flagrante do homem foi convertida em prisão preventiva. Ainda de acordo com a nota divulgada pela Polícia Civil, ele também é acusado de ser o autor de um outro estupro ocorrido no ano passado e ainda responde por furto.

A condição de saúde da adolescente se agravou porque, ao ingerir lama, ela contraiu uma infecção pulmonar. A indígena precisou ser intubada ainda no hospital do município de Oiapoque, sendo posteriormente transferida para Caiena. 

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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