O empresário respondeu a uma publicação tecendo as críticas
O empresário e dono do Twitter/X, Elon Musk , teceu críticas a condenação imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a um dos réus pelos atos golpistas de 8 de janeiro. Wellington Luiz Firmino foi sentenciado a 17 anos de prisão por sua participação nos atos em 2023.
Ao todo, 131 envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro foram condenados pelo STF. As penas variam de 3 a 17 anos.
As sentenças se pautam nos crimes de dano qualificado, tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa. Ao todo, a Procuradoria-Geral da República fez 1.390 denúncias, buscando um acordo com mais de mil denunciados. Para isso, eles que haja a confissão dos crimes para que o caso não fosse a julgamento.
Após os atos do 8 de janeiro, Musk fez uma reunião com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O bilionário teria entrado de surpresa em uma reunião virtual com representantes do Twitter no Brasil e com integrantes governamentais. A informação foi dada pela Folha de S.Paulo na época.
Musk foi questionado sobre posts que pudessem incentivar um golpe de Estado. Entretanto, o empresário apenas disse que a empresa estava feliz pela questão estar sob controle, ressaltando que a democracia brasileira é sólida e que o país é muito importante para as empresas.
Entretanto, na mesma conversa, ele teria pontuado sobre a “a importância de defender a liberdade de expressão” e de examinar o “contexto” das publicações.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.