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POLÍTICA

Na ALMT, indicação de Eduardo Botelho viabiliza construção de ginásio poliesportivo em Rosário Oeste

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Teve início a construção do ginásio poliesportivo coberto da Escola Estadual Benedita de Almeida, localizada na comunidade Novo Horizonte, no município de Rosário Oeste. A unidade escolar atende atualmente 223 alunos e será beneficiada com uma estrutura moderna, equipada e adequada para a prática esportiva e atividades educacionais.

A obra é fruto de articulação iniciada em maio de 2025 pela vereadora Marta Almeida (União Brasil), com o apoio do deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil). Em atenção à demanda, o parlamentar apresentou indicação na Assembleia Legislativa, elaborada em conjunto com a vereadora e representantes da Câmara Municipal e da Prefeitura de Rosário Oeste. A iniciativa atende à indicação nº 4083/22, onde o deputado solicitou ao Governo do Estado a construção do espaço esportivo para a escola. Além da solicitação da obra, o parlamentar também apresentou a indicação nº 4456/21, à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) pedindo a compra de ar-condicionado, computadores e novas mobílias para a escola, considerando que os equipamentos atuais são antigos e necessitam de substituição para melhor atender os alunos.

A ordem de serviço para o início das obras foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE nº 29.141) em 23 de dezembro de 2025, com investimento de R$ 1.130.622,94 e prazo de execução de 120 dias, a partir da expedição do documento. O projeto prevê a construção de um ginásio poliesportivo coberto, moderno e bem equipado, garantindo melhores condições para a prática de atividades físicas, eventos escolares e integração da comunidade.

A iniciativa atende à Indicação nº 4083/22, de autoria de Botelho, que solicitou ao Governo do Estado a construção do espaço esportivo para a unidade escolar. Além da obra, o parlamentar também apresentou a Indicação nº 4456/21, solicitando à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) a aquisição de ar-condicionado, computadores e novas mobílias para a escola, considerando que os equipamentos atuais são antigos e necessitam de substituição para melhor atendimento aos alunos.

Botelho destacou a importância da obra para a comunidade escolar e reafirmou o compromisso com a melhoria da infraestrutura educacional no interior do estado.

“Essa é uma conquista importante para Rosário Oeste, especialmente para os alunos da comunidade Novo Horizonte. Estamos trabalhando para garantir uma estrutura digna, moderna e que contribua com o desenvolvimento educacional e social desses estudantes”, afirmou.

A vereadora Marta Almeida também comemorou o início das obras e ressaltou a relevância da parceria institucional.

“Esse é um sonho antigo da comunidade. São 223 alunos que agora terão um espaço adequado para praticar esportes e desenvolver atividades com mais qualidade. Agradeço ao deputado Botelho e ao Governo do Estado por atenderem essa demanda tão importante”, declarou.

A construção do ginásio é resultado do êxito da atuação conjunta da vereadora e do deputado, que por meio da Assembleia Legislativa, buscou melhorias para a escola. A obra integra o Programa Estadual de Infraestrutura Escolar, que reúne investimentos do Governo de Mato Grosso voltados à melhoria da qualidade do ensino, ao bem-estar e à ampliação de oportunidades para os estudantes.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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