Na festa de despedida de Pepe, Cristiano Ronaldo marca seu 900° gol
No primeiro jogo sem o zagueiro Pepe, que anunciou recentemente sua despedida dos gramados, os torcedores portugueses fizeram um belo mosaico/bandeira para prestar homenagem ao defensor no Estádio da Luz, em Lisboa. No campo ao lado dos ex-companheiros de seleção, o jogador cantou empolgado o hino nacional. E viu a festa ficar completa com o 900º gol da carreira de um emocionado Cristiano Ronaldo, na vitória sobre a vice-campeã Croácia por 2 x 1.
Em campo, Cristiano Ronaldo estava com a faixa de capitão, enquanto o amigo croata do Real Madrid, Luka Modric, era a esperança da seleção adversária. Ambos trocaram flâmulas das seleções antes de a bola rolar. O começo foi arrasador e logo aos 6 minutos a seleção da casa abriu vantagem. Bruno Fernandes serviu Dalot, que dominou e bateu entre as pernas de Livakovic. O goleiro impediu que Cristiano Ronaldo anotasse seu 900º gol da carreira com bela defesa com o pé aos 21 minutos.
Na segunda oportunidade, contudo, o astro alcançou a marca. Cristiano Ronaldo apareceu entre os defensores e apenas tirou do goleiro com toque de pé direito. Celebrou, emocionado, sem segurar as lágrimas e ajoelhado, depois com braços aos céus. Recebeu abraço de todos os companheiros de Portugal e foi ovacionado pela torcida. Modric bateu raspando e Dalot anotou seu segundo na partida, desta vez contra, diminuindo para a Croácia antes do intervalo.
O placar se manteve até o fim do segundo tempo graças a grandes intervenções dos goleiros e por falhas na hora de mandar às redes dos atacantes, em etapa totalmente aberta e repleta de oportunidades claras. Substituído aos 42 minutos, Cristiano Ronaldo foi aplaudido de pé em linda festa. No outro jogo do grupo, a Polônia fez 3 x 2 na casa da Escócia com gol decisivo de pênalti aos 52 do segundo tempo, de Zalewski.
Espanha estreia com empate Sensação da Europa há algum tempo, a seleção da Espanha iniciou sua defesa do título da Liga das Nações – é campeã da Eurocopa também – vendo sua sequência de cinco vitórias consecutivas chegar ao fim. Diante de uma forte marcação da Sérvia e sem o astro Rodri, suspenso, os comandados de Luis de la Fuente apenas empataram, por 0 x 0, no Estádio Marakana, em Belgrado.
O técnico Luis de la Fuente não quis saber de descanso para seus principais jogadores na seleção da Espanha. A ordem era abrir a temporada com bom resultado e apresentação e os principais titulares da vitória sobre a Inglaterra, por 2 x 1, na Eurocopa, estavam em campo. As novidades foram Raya e Zubimendi (reservas na Euro) e Ayoze Pérez na frente. O goleiro Unai Simon e o atacante Morata não puderam jogar por lesões, e o astro do meio-campo, Rodri, teve de cumprir suspensão da Uefa por entoar cânticos provocativos após a conquista do título da Euro. Volta no domingo (8), diante da Suíça, em Zurique, pela segunda rodada.
Com a formação titular praticamente inteira, a ordem era manter a boa fase diante de uma oponente sem ganhar há cinco jogos e com escalação totalmente defensiva. Mas o ferrolho sérvio em Belgrado dificultava as ações espanholas e a primeira etapa era muito truncada e sem oportunidades claras.
Apenas após os 30 minutos que a Espanha conseguiu impor sua superioridade e começou a mandar no jogo. Ruiz mandou pelo alto e Pérez parou no goleiro Rajkovic. Em rara chance, a Sérvia desperdiçou oportunidade de ouro de abrir o marcador. Jovic saiu cara a cara com Raya e mandou para fora. Susto superado em Belgrado, os espanhóis voltaram a decepcionar no setor ofensivo, desta vez com Dani Olmo e Fabián Ruiz falhando na pontaria e levando um frustrante empate sem gols ao intervalo.
De la Fuente manteve a escalação, crente que o time chegaria ao gol. Mas o paredão defensivo era gigante e as chances, escassas. A partida ainda era repleta de entradas duras e o treinador optou por mexer na escalação para não perder titulares por expulsão. As jogadas individuais do garoto Lamine Yamal eram a aposta espanhola. O atacante até conseguia se livrar dos marcadores, mas os lances de perigo não terminavam da maneira esperada.
Já na reta final da partida, De la Fuente resolveu apostar em Joselu e Ferrán Torres na frente e o centroavante quase anota no primeiro lance. A cabeçada passou raspando. A Espanha lutou até o fim, mas não conseguiu balançar as redes sérvias. Pela mesma chave, a Dinamarca fez 2 x 0 na Suíça.
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!