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Não há indício de sobrevivente após queda de avião, diz Prefeitura de Vinhedo

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Não há indício de sobrevivente após queda de avião, diz Prefeitura de Vinhedo
Redação GPS

Não há indício de sobrevivente após queda de avião, diz Prefeitura de Vinhedo

A Prefeitura de Vinhedo, no interior de São Paulo, confirmou nesta sexta-feira (9) que não há sobreviventes entre as 62 pessoas a bordo do avião da VoePass que caiu em uma área residencial da cidade. A aeronave, um turboélice modelo ATR-72 com capacidade para 73 passageiros, transportava 58 passageiros e quatro tripulantes.

O voo, que decolou de Cascavel, no Paraná, às 11h58, tinha como destino o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, mas a tragédia ocorreu pouco antes do pouso previsto, por razões ainda desconhecidas. A aeronave caiu na Rua João Edueta, nº 2500, dentro de um condomínio em Vinhedo, a poucos quilômetros de seu destino final.

Sete viaturas do Corpo de Bombeiros foram rapidamente deslocadas para o local do acidente, onde as equipes de emergência iniciaram as operações de resgate. A área foi isolada para facilitar o trabalho de apuração e socorro. Até o momento, as causas do acidente não foram esclarecidas, e as famílias das vítimas aguardam por mais informações.

Em comunicado oficial, a VoePass, antiga Passaredo, lamentou o ocorrido e informou que a aeronave envolvida no acidente era um turboélice ATR-72, que cumpria a rota entre Cascavel e Guarulhos. A empresa afirmou que ainda não tem detalhes sobre as circunstâncias da queda e que está colaborando com as investigações.

O impacto da tragédia repercutiu em todo o País, e durante uma cerimônia oficial em Itajaí, Santa Catarina, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do acidente.

“Queria que todos se colocassem de pé para que a gente fizesse um minuto de silêncio porque acaba de cair um avião na cidade de Vinhedo, em São Paulo”, declarou Lula.

As autoridades ainda estão no local e as investigações seguem em andamento para determinar as causas do acidente.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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