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MUNDO

Número de mortos em Gaza chega a 18,6 mil; Rússia propõe cúpula de paz

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Israel divulga novas imagens das Forças de Defesa na Faixa de Gaza, durante incursões terrestres
Forças de Defesa de Israel – 1.11.23

Israel divulga novas imagens das Forças de Defesa na Faixa de Gaza, durante incursões terrestres

Subiu para 18.608 o número de mortos nos ataques de Israel à Faixa de Gaza, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (13) pelo Ministério da Saúde do enclave palestino, controlado pelo Hamas.

A maior parte das vítimas do conflito iniciado em 7 de outubro, quando o Hamas cometeu atentados terroristas sem precedentes em Israel, deixando 1,2 mil mortos, é formada por crianças e mulheres, de acordo com as autoridades locais.

Já o número total de soldados israelenses mortos desde o início das operações terrestres em Gaza subiu para 112, após oito militares perderam a vida ontem no norte da região.

Durante a ofensiva, o Exército de Israel identificou e destruiu “uma célula terrorista na área de Shujaia que se preparava para lançar foguetes contra o território israelense”.

Hoje, a Rússia pediu à ONU para convocar uma “conferência internacional” para resolver a questão palestina, com a participação dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, da Liga Árabe, da Organização da Conferência Islâmica e o Conselho de Cooperação do Golfo.

“Espero que o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, seja capaz de tomar tal iniciativa”, afirmou o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, citado pela agência Tass.

O pedido é feito após a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas aprovar a resolução que pede um cessar-fogo humanitário imediato em Gaza, com 153 votos a favor, incluindo o do Brasil, 10 contrário e 23 abstenções, incluindo Itália.

“Sobre a resolução das Nações Unidas relacionada à crise no Oriente Médio, o voto de abstenção da Itália foi extremamente considerado, não é um voto contra: com a abstenção dizemos que partilhamos algumas partes, mas não outras. Continuamos a trabalhar por uma trégua, com foco na população civil de Gaza”, explicou a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni.

Cisjordânia

Paralelamente, a União Europeia se demonstrou favorável à aplicação de sanções contra os “autores dos ataques na Cisjordânia”, pois os colonos israelenses “devem ser responsabilizados pelas suas ações”.

“O aumento da violência por parte dos colonos extremistas está a infligir um enorme sofrimento aos palestinos. E está a pôr em risco as possibilidades de alcançar uma paz duradoura. Também poderá tornar toda a região mais instável”, justificou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante discurso no plenário do Parlamento do bloco.

Ela enfatizou que “esta violência não tem nada a ver com a luta contra o Hamas e deve parar” e reforçou “a necessidade de evitar que o conflito se espalhe por toda a região”.

Von der Leyen destacou que todos têm assistido “um aumento no número de tiros disparados pelo Hezbollhan pró-iraniano em toda a região. Também temos visto ataques conduzidos pelo Houthis com mísseis balísticos, drones implantados contra Israel e o aumento do número de ataques contra navios mercantes no Mar Vermelho”.

“Tudo isso é perigoso. Mas ainda é possível impedir a escalada da situação. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para acabar com esta guerra e o reinado do Hamas em Gaza. E devemos fazer tudo para trazer uma nova esperança a estes tempos sombrios”, concluiu.

Fonte: Internacional

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MUNDO

Putin confirma encontro com Xi Jinping na Rússia em outubro

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Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
Sputnik

Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho


O presidente da Rússia, Vladimir Putin,  confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.

O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.

De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.

Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.

“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.

O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.

A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.

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Fonte: Internacional

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queiroz

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