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O som das águas e da ancestralidade na arte de Osvaldo Gaia chega a Brasília

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O som das águas e da ancestralidade na arte de Osvaldo Gaia chega a Brasília
Pedro Reis

O som das águas e da ancestralidade na arte de Osvaldo Gaia chega a Brasília

Na noite desta sexta-feira (6), a Referência Galeria de Arte se transformou em um portal para a ancestralidade e os saberes ribeirinhos da Amazônia . A abertura da exposição Gapoiando em águas ribeiras , do artista visual Osvaldo Gaia, trouxe ao público de Brasília a oportunidade de mergulhar nas tradições e vivências dos povos caboclos e indígenas da região amazônica. Sob curadoria de Paulo Vega Jr., o evento, que ocorreu das 17h às 21h, contou com uma visita guiada que cativou os presentes.

Osvaldo Gaia, em sua primeira mostra individual na capital federal, apresentou instalações, esculturas e objetos que evocam o cotidiano da pesca e a relação de profundo respeito com a natureza. O termo gapoiando , que dá nome à exposição, é usado pelos caboclos amazônicos para descrever o ato de espantar peixes no igapó, técnica que Gaia usa como metáfora para revelar os saberes escondidos sob a superfície da água.

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras
Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

Exposição Gapoiando em Águas Ribeiras

“Cada peça é um fragmento das memórias que carrego da minha infância no Pará. É como se eu estivesse tateando esses saberes, tentando transmitir a complexidade e a delicadeza dessa relação entre o homem e a natureza” , explicou o artista.

Entre as obras mais impactantes está Mariscando no remanso das escamas , uma instalação de piso que utiliza madeira de demolição, chumbo de tarrafa e linha, simbolizando o curral de pesca. “Essa obra remete à construção coletiva dos currais de pesca, onde as famílias e comunidades se unem para garantir o sustento. É um ciclo de vida e de renovação” , comentou Gaia.

Osvaldo Gaia
Osvaldo Gaia | Foto: Vanessa Castro

Garateia , uma instalação suspensa, brinca com anzóis de madeira e uma armadilha de espera, enquanto Descanso das Chumbadas evoca a paciência e o cuidado dos pescadores com seus apetrechos.

O curador Paulo Vega Jr. ressaltou a força simbólica do trabalho de Gaia, que transcende a materialidade das obras e se aprofunda nas conexões afetivas com o passado. “Os trabalhos que o artista apresenta na Referência podem ser vistos pela lente da síntese. Sua produção parte de experiências e situações reais, transformando essas vivências em um amálgama de elementos tangíveis e intangíveis, da memória à concretude” , afirmou Vega Jr.

Ele também destacou a complexidade paradoxal da poética de Gaia: “A impermanência e a transitoriedade permeiam o trabalho dele de forma curiosa, pois é quase impossível materializar algo que, por natureza, está sempre em transformação. Mas Gaia evoca isso brilhantemente.”

Visita guiada
Visita guiada | Foto: Vanessa Castro

A exposição continua até o dia 5 de outubro e oferece uma oportunidade única para o público brasiliense se conectar com a Amazônia por meio da arte de Osvaldo Gaia, que, com sensibilidade, transforma suas memórias em um legado visual que nos convida a refletir sobre a interação entre o homem e o meio ambiente.

Confira mais cliques do evento pelas lentes de Vanessa castro:

Léo Tavares e Samantha Canovas

Léo Tavares e Samantha Canovas
Thais Mello e Rosa Teles

Thais Mello e Rosa Teles
Márcio Borsoi, Alessandra França, Osvaldo Gaia e Josiane Dias

Márcio Borsoi, Alessandra França, Osvaldo Gaia e Josiane Dias
José Rosildete e Onice Moraes

José Rosildete e Onice Moraes
Onice Moraes e Osvaldo Gaia

Onice Moraes e Osvaldo Gaia
Paulo Vega Jr. e Lucas Lima

Paulo Vega Jr. e Lucas Lima
Fernando Girão e Osvaldo Gaia

Fernando Girão e Osvaldo Gaia
Sanagê, Alessandra França e Márcio Borsoi

Sanagê, Alessandra França e Márcio Borsoi
Osvaldo Gaia, Sanagê e Onice Moraes

Osvaldo Gaia, Sanagê e Onice Moraes
André Santangelo

André Santangelo
Pedro Ernesto e Marcelo Câmara

Pedro Ernesto e Marcelo Câmara
Paulo Melo, Onice Moraes, Léo Tavares, Samantha Canovas, Osvaldo Gaia e José Rosildete

Paulo Melo, Onice Moraes, Léo Tavares, Samantha Canovas, Osvaldo Gaia e José Rosildete
Maurício Búrigo e Alice Fenici

Maurício Búrigo e Alice Fenici
Glória Pimenta da Veiga e Osvaldo Gaia

Glória Pimenta da Veiga e Osvaldo Gaia
Beto Osório e Osvaldo Gaia

Beto Osório e Osvaldo Gaia
Carlos Monaretta, Osvaldo Gaia e Rafael da Escossia

Carlos Monaretta, Osvaldo Gaia e Rafael da Escossia
José Kizam, Onice Moraes, Paulo Vega Jr e Marcelo Câmara

José Kizam, Onice Moraes, Paulo Vega Jr e Marcelo Câmara
José Roberto Bassul, Nahima Maciel e Beto Osório

José Roberto Bassul, Nahima Maciel e Beto Osório

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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