Cariocas se refrescam na praia do Leme em meio a forte onda de calor
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nesta terça-feira (3) alertas amarelos de perigo potencial para onda de calor e baixa umidade para boa parte do país, exceto Amapá, Alagoas, Sergipe, Roraima e Rio Grande do Sul. A massa de ar quente deve fazer capitais brasileiras registrarem até 42ºC hoje, no mês de setembro que deve bater o recorde histórico de temperaturas mais altas para o mês.
A onda de calor eleva, em média, em 5ºC a temperatura até esta quinta-feira (5) e deve afetas, principalmente, as regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste. Há ainda um alerta amarelo de baixa umidade que cobre boa parte do país.
“Será um período prolongado de calor excessivo em vários estados e que afetará todas as regiões do país com marcas de 40ºC a 45ºC em uma extensa área do território nacional, o que fará deste setembro um dos mais quentes já registrados no Brasil”, afirmam os meteorologistas da MetSul Meteorologia.
Os metereologistas do Inmet avisam que todas as regiões serão afetadas pelo calor, com mais força nesta semana o Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Tocantins, Goiás, Distrito Federal, Rondônia, Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Bahia, Piauí e Maranhão, dentre outros estados.
“As marcas esperadas nesta semana e, especialmente, na segunda semana do mês vão superar em muitos os valores médios históricos de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país com alto potencial de quebras de recordes para o mês de setembro e talvez até absolutos em diferentes localidades”, explicam.
“O pior do calor deve ocorrer entre o Norte do Brasil, o Centro-Oeste e partes do Sudeste com marcas acima dos 40ºC em muitas cidades. Parte da Região Nordeste, como áreas do interior do Maranhão e do Piauí, devem igualmente sofrer com o calor excessivo e marcas acima dos 40ºC no período”, afirmam.
De acordo com os especialistas do Climatempo, “ondas de calor nesta época do ano e no mês de setembro já são super comuns em grande parte do Brasil”, porém “nos últimos anos elas têm ficado cada vez mais intensas, mais precoces e mais longas também”.
Veja a previsão em todas as capitais brasileiras:
Aracaju — mínima de 22°C e máxima de 31°C
Belém — mínima de 24°C e máxima de 35°C
Belo Horizonte — mínima de 15°C e máxima de 34°C
Boa Vista — mínima de 25°C e máxima de 36°C
Brasília — mínima de 14°C e máxima de 31°C
Campo Grande — mínima de 19°C e máxima de 37°C
Cuiabá — mínima de 24°C e máxima de 42°C
Curitiba — mínima de 15ºC e máxima de 29°C
Florianópolis — mínima de 14°C e máxima de 26°C
Fortaleza — mínima de 24°C e máxima de 30°C
Goiânia — mínima de 14°C e máxima de 36°C
João Pessoa — mínima de 22°C e máxima de 29°C
Macapá — mínima de 26°C e máxima de 34°C
Maceió — mínima de 19°C e máxima de 30°C
Manaus — mínima de 27°C e máxima de 36°C
Natal — mínima de 23°C e máxima de 29°C
Palmas — mínima de 24°C e máxima de 38°C
Porto Alegre — mínima de 10°C e máxima de 24°C
Porto Velho — mínima de 23°C e máxima de 39°C
Recife — mínima de 23°C e máxima de 29°C
Rio Branco — mínima de 22°C e máxima de 36°C
Rio de Janeiro — mínima de 17°C e máxima de 31°C
Salvador — mínima de 19°C e máxima de 28°C
São Luís — mínima de 25°C e máxima de 33°C
São Paulo — mínima de 15°C e máxima de 32°C
Teresina — mínima de 20°C e máxima de 36°C
Vitória — mínima de 19°C e máxima de 28°C
Os modelos do Climatempo mostram que o calor deve continuar até meados de setembro em algumas áreas. A partir do dia 19, uma nova frente fria deve chegar, mas a previsão é de chuvas apenas entre a segunda quinzena de setembro e o início de outubro.
A umidade do ar pode cair abaixo de 12% em várias cidades do sul de Mato Grosso, interior de São Paulo, Triângulo Mineiro, Centro-Norte, nordeste de Mato Grosso do Sul e sul de Goiás, segundo o Climatempo.
Especialistas acreditam que essa onda de calor pode ser mais intensa do que as anteriores, enfrentadas em março/abril e maio, em duração e temperatura. Eles alertam que os limites podem ser ultrapassados em muitas cidades do interior.
Para a MetSul Meteorologia, o calor esperado representa um perigo elevado e exigirá atenção das autoridades. Vários estados enfrentarão calor intenso e ar extremamente seco, aumentando o risco de incêndios e problemas de saúde.
No Sul, um ciclone extratropical fez a temperatura cair no Rio Grande do Sul e no Uruguai, mas a onda de calor que entra no Brasil também afetará a região Sul. Inicialmente, o Paraná sentirá os efeitos nesta semana, e na segunda semana de setembro, o calor chegará ao Rio Grande do Sul.
A massa de ar quente deve se intensificar e se expandir para o Sul, trazendo temperaturas anormalmente altas e calor intenso, mesmo em áreas do Sul onde altas temperaturas não são comuns nesta época do ano. Espera-se calor intenso a excessivo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná em alguns dias da segunda semana de setembro.
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!