A Polícia Civil de Goiás, com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou na manhã desta quarta-feira (26.07) a Operação Falso Amigo para cumprimento de 18 mandados de prisão e de buscas, além do sequestro de bens e valores, contra uma associação criminosa interestadual especializada em estelionato virtual. As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Cuiabá e Juazeiro (BA).
A operação é conduzida pelo Grupo Antissequestro (GAS/DEIC) da Polícia Civil goiana e Delegacia Municipal de Caiapônia, após investigação compartilhada.
As investigações vinculadas a dois inquéritos policiais apontaram que o grupo criminoso, usando meios fraudulentos de portabilidade de números telefônicos e clonagem das respectivas contas no aplicativo Whatsapp, usou contas bancárias de terceiros e causou prejuízos de aproximadamente R$ 1 milhão a diversas vítimas no estado de Goiás, entre elas agente político e empresários.
Após a investigação policial e o deferimento de outras medidas cautelares, a Polícia Civil de Goiás conseguiu identificar todo o núcleo criminoso e descobrir outros delitos praticados, sempre com o mesmo modus operandi.
Prisões
Foram presos em Cuiabá quatro criminosos por mandados judiciais. Uma pessoa foi detida em flagrante pelo crime de receptação de uma motocicleta Honda Biz, que foi furtada há dois dias na Capital.
Também foram apreendidos diversos documentos, cartões bancários e aparelhos celulares, e efetuado o sequestro de valores em contas bancárias dos investigados no montante de R$ 980 mil.
A operação contou com o apoio da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes (DEEF) e da 1a Delegacia de Várzea Grande, e Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia de Polícia de Juazeiro.
A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (22.4), em Pedra Preta, um mandado de prisão em desfavor de um homem, de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação integra a Operação Regional Rondonópolis Segura, voltada ao cumprimento de ordens judiciais e intensificação do combate à criminalidade na região.
A ordem judicial, cumprida pela Delegacia de Pedra Preta, refere-se à regressão de regime, com pena remanescente de sete anos a ser cumprida inicialmente em regime fechado, expedida pela Vara Única da Comarca de Pedra Preta.
O caso ocorreu em 2017, quando a mãe da vítima procurou a Polícia Civil para relatar abusos praticados contra sua filha, que à época tinha 12 anos, enquanto o autor tinha 18 anos.
De posse do mandado judicial, a equipe policial deu início a diligências investigativas com o objetivo de localizar e prender o condenado, que se encontrava foragido. Após levantamento de informações, ele foi localizado na região da Vila Garça Branca, distrito de Pedra Preta.
Ele foi preso e não ofereceu resistência. Em seguida, foi conduzido à sede da Delegacia de Pedra Preta, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais cabíveis.
“A ação evidencia o empenho investigativo da Polícia Civil no cumprimento de ordens judiciais e na responsabilização de autores de crimes graves, reforçando o compromisso institucional com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade e a garantia da justiça”, destacou o delegado Fabricio Garcia Henriques.