Connect with us

BRASIL

PCC: Prefeitura de SP lança auditoria em empresas acusadas de envolvimento criminoso

Publicado

em

Operação em empresas de ônibus de SP suspeitas de lavar dinheiro para o PCC
Reprodução/Receita Federal

Operação em empresas de ônibus de SP suspeitas de lavar dinheiro para o PCC


A Prefeitura de São Paulo iniciou na sexta, 2, uma auditoria para organizar o possível envolvimento de duas empresas de ônibus com o PCC. A iniciativa vem quatro meses após a Justiça determinar intervenção.

As empresas que serão investigadas são Transwolff e UPBus, operantes na zona sul e leste de São Paulo . A auditoria custou R$ 1,5 milhão e será responsabilidade da Fundação Carlos Alberto Vanzolini.

A intervenção mandada pela Justiça fez com que, em abril deste ano, os diretores da SPTrans assumissem o comando das outras empresas. Valdemar Gomes de Melo, diretor de Planejamento de Transportes, ficou na Transwolff. Wagner Chagas, diretor de Operação, intervem na UPBus.

O que investigação sobre PCC nos ônibus descobriu?

O Ministério Público descobriu que a Transwolff e UPBus eram usadas para lavar dinheiro de tráfico de drogas, roubos e mais. Os esquemas eram similares ao usado pelo crime organizado.

Uma das principais suspeitas foi: mesmo quando terminavam o ano no vermelho, os sócios das empresas tinham ganhos exorbitantes.

Desde então, alguns empresários de ambos negócios foram presos e correram mandados de busca e apreensão.

O que diz a Prefeitura de São Paulo?

A Prefeitura de São Paulo não deu prazo para auditoria, e nem mais detalhes sobre as investigações. Veja nota à imprensa da Secretaria Executiva de Transporte e Mobilidade Urbana na íntegra:

“As empresas citadas seguem sob intervenção da gestão municipal, por deliberação da Justiça e determinação da Prefeitura. As equipes de intervenção também já realizam as análises do cumprimento dos contratos de concessão pelas operadoras sob intervenção, priorizando a manutenção da prestação de serviço de transporte público à população.”

Fonte: Nacional

Continue Lendo

BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

Publicado

em

Por

Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora