O grupo armado palestino Hamas informou nesta segunda-feira (23), em relatório, que pelo menos 70 pessoas foram mortas na madrugada de hoje em ataques do Exército e Israel à Faixa de Gaza. Segundo o grupo, uma bomba deixou 17 mortos em uma casa em Jabalia, no norte do enclave, enquanto outras 25 foram mortas na área central de Gaza.
O Ministério da Saúde acrescentou que “ao menos dez corpos foram extraídos dos escombros” após uma operação que destruiu uma casa em Deir el-Balah, no centro.
Desde o início da guerra, em 7 de outubro, mais de 4,6 mil pessoas já morreram do lado palestino, incluindo 1,9 mil crianças. Já do lado de Israel o total de mortos está em 1.405.
Israel promete intensificar os bombardeios à Gaza enquanto não avança com as tropas por terra. O Exército disse que atingiu “mais de 320 alvos militares” durante a noite, entre infraestruturas do Hamas e da Jihad Islâmica. O Exército também mencionou “túneis onde estavam os terroristas do Hamas” e “dezenas de centros de comando operacional, onde homens do Hamas e da Jihad Islâmica se escondiam”.
Israel continuou e citou “acampamentos militares e postos militares” como alvos e voltou a afirmar que a intenção é “aniquilar” o Hamas.
As forças de defesa do país acreditam que o grupo terrorista se organiza por uma rede de túneis subterrâneos.
O conflito teve início no dia 7 de outubro, quando o Hamas atacou de surpresa o sul de Israel, com incursões por terra, ar e água, além de bombardear cidades do território hebreu. Desde então, Israel contra atacou, além de bloquear a entrada de recursos no enclave.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.