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MATO GROSSO

Politec procura por familiares de vítimas identificadas em Rondonópolis

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¿A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) busca familiares de duas pessoas que foram identificadas pela Gerência Regional de Identificação de Rondonópolis, mas que, até o momento, não tiveram parentes localizados, o que impede a retirada dos corpos e o sepultamento.

No município, a Politec procura familiares de Fábio Júnior Damasceno de Oliveira, natural de Fortaleza (CE), nascido em 1º de janeiro de 1990, filho de Manuel Cosmo de Oliveira e Maria Sobrinha Damasceno Moreno. Ele foi encontrado sem vida em sua residência no dia 2 de janeiro de 2026.

Também em Rondonópolis, busca-se contato com parentes de Robson Lopes dos Santos, natural de Araputanga (MT), nascido em 5 de agosto de 1989, filho de Cida Aparecida de Souza e João Lopes dos Santos. Ele foi vítima de homicídio no dia 2 de janeiro de 2026, no bairro Pedra 90. Segundo informações da Politec, ele possui familiares na região Norte do estado.

A instituição reforça a importância do apoio da população para a localização dos familiares das vítimas, a fim de viabilizar os trâmites legais.

Até o momento, nenhum familiar procurou o Instituto Médico Legal (IML). A Gerência de Medicina Legal da Politec de Rondonópolis está localizada na Avenida Binário Norte, s/n, bairro Parque Sagrada Família. Informações podem ser repassadas pelo telefone (66) 98136-5488.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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queiroz

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