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BRASIL

Presidente da Enel pede desculpas e admite 80 mil pessoas sem luz

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Diretor-presidente da Enel no Brasil, Nicola Cotugno
Enel/Cortesia/Reprodução

Diretor-presidente da Enel no Brasil, Nicola Cotugno

O presidente da Enel no Brasil, Nicolas Cotugno, afirmou que 80 mil clientes seguem sem energia elétrica nesta quinta-feira (16), na região metropolitana de São Paulo. Ao todo, quase 290 mil pessoas foram afetadas desde as chuvas dessa quarta.

O serviço será restabelecido até o final da tarde desta quinta, garantiu o diretor-executivo, que prometeu também reforçar o quadro de funcionários para os próximos dias, devido às altas temperaturas e à previsão de chuvas fortes.

“Conseguimos chegar hoje, às 7h, com redução [da falta de energia] em 70%”, informou Cotugno durante depoimento na CPI da Enel na Alesp. “Ontem tivemos 652 equipes trabalhando, quatro vezes mais que o normal; reduzimos hoje para 80 mil [as residências sem energia]”, disse. “No final do dia e começo da noite, normalizamos a todos”, garantiu o executivo.

Na abertura de seu depoimento à CPI, Nicolas Cotugno reviu sua afirmação anterior, divulgada em entrevista à Folha, de que a Enel não deveria se desculpar pelo ocorrido.

“Não era a mensagem que eu queria passar”, ponderou, informando que a empresa mudou sua forma de comunicação com a prefeitura em busca de mais clareza. “Eu, pessoalmente, e a empresa, fortemente, pedimos desculpas, não usando vento, árvores como desculpas”, disse em retratação.

O executivo afirmou aos deputados que a empresa avalia, junto ao Procon-SP, um plano de indenização para os moradores afetados pela falta de energia, que deverá ser apresentado até o dia 28. “Será prioridade da empresa elaborar esse plano”, comunicou.

Moradores sem energia

Moradores de diversas regiões da cidade de São Paulo e de outras cidades estão sem energia elétrica desde a forte chuva que atingiu a cidade na noite dessa quarta (15).

É a segunda vez, em menos de 15 dias, que a região amparada pela Enel fica sem distribuição de energia elétrica. No dia 3, após chuvas e ventos intensos, a concessionária demorou 6 dias para restabelecer a energia a todos os imóveis afetados, no dia 9 (após prometer o restabelecimento até o dia 7).

A Defesa Civil informou que “foram registrados mais de 180 chamados em ocorrências com danos em muros, casas e destelhamentos, além de enchentes, quedas de árvores e desabamentos”.

Em nota, a Secretaria de Comunicação do Governo de São Paulo (SECOM-SP) inteirou que “o abastecimento de energia é de responsabilidade da concessionária, regulada pelo Governo Federal”.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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