Professora mais amada dos EUA foi condenada por crime sexual
Na cidade de Arkansas, nos Estados Unidos, um caso envolvendo abuso sexual por parte de uma professora chamou a atenção. Heather Hare, que ganhou notoriedade como a “professora mais amada dos Estados Unidos” em 2020, foi recentemente condenada a 13 anos de prisão por um crime que chocou.
A história começou a se desdobrar quando o canal KATV revelou detalhes sobre as ações de Heather contra um de seus alunos. Segundo informações da justiça norte-americana, o crime ocorreu em pelo menos 30 ocasiões, inclusive durante uma viagem estudantil a Washington.
Em 2020, ela foi destaque no programa Good Morning America, recebendo o carinho e a admiração de seus alunos e colegas. Contudo, por trás dessa fachada de docente dedicada e amada, escondia-se um comportamento criminoso.
Heather Hare, que era casada e lecionava economia doméstica na Bryant High School, se aproximou do aluno em questão ao obter o número do seu celular. O relacionamento evoluiu para uma amizade virtual através das redes sociais, incluindo o Instagram e o Snapchat.
O promotor-assistente John Ray White revelou em juízo que as conversas entre Heather e o aluno eram frequentes, chegando ao ponto dela expressar desejos inapropriados.
Em um dos diálogos, Heather disse que “sonhava com eles fazendo sexo” com o estudante. Essa relação inadequada aconteceu repetidamente entre 2021 e 2022, ocorrendo tanto na casa e no carro da professora quanto na sala de aula.
A condenação de 13 anos de prisão e a proibição perpétua de dar aulas são marcos finais na carreira de Heather Hare.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.