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MATO GROSSO

Quarto módulo de curso de saúde mental fortalece inteligência emocional de servidores do Fórum de VG

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Na manhã do dia 13 de maio, servidores do Fórum da Comarca de Várzea Grande participaram do quarto módulo do curso “Saúde Mental e Resiliência Emocional: uma abordagem centrada nas virtudes (ACV)”, promovido pelo Fórum em parceria com a Escola dos Servidores Desembargador Atahide Monteiro da Silva. A capacitação, conduzida pelo psicólogo Afro Stefanini II, abordou temas ligados ao fortalecimento emocional, inteligência emocional e qualidade de vida no ambiente de trabalho.

O curso foi estruturado em quatro pilares: silêncio, voltado ao treinamento da mente; presença, como exercício de viver o agora; congruência, relacionada ao alinhamento entre identidade e propósito; e inteireza e resiliência, abordando a capacidade de sustentar a vida com sentido diante dos desafios cotidianos. A proposta pedagógica seguiu uma construção progressiva entre silêncio, presença, congruência, inteireza e resiliência emocional.

A gestora-geral do Fórum da Comarca de Várzea Grande, Luciana Tolovi, destacou a importância da iniciativa para os servidores do Judiciário.

“Finalizamos o quarto módulo do curso sobre saúde mental e inteligência emocional. Foi muito válido, principalmente para nós servidores que vivemos hoje num mundo de metas e desafios. Ter esse olhar para nós mesmos, para o interior do nosso eu, e proporcionar esse momento de reflexão foi muito importante. Agradeço à Escola dos Servidores, por oportunizar esse curso, e ao facilitador Afro Stefanini, por estar aqui presente. Só temos gratidão”, afirmou.

O psicólogo Afro Stefanini ressaltou que a construção da resiliência emocional exige autoconhecimento e disposição para enfrentar desafios internos.

“Participar e ministrar esse curso aqui no Fórum de Várzea Grande foi gratificante demais para mim. A forma como recebi o feedback do quanto isso se aplica na vida e no trabalho daqueles que estiveram conosco mostra a relevância desse debate. O trabalho de alcançar a resiliência não se faz de um dia para a noite. A resiliência emocional é uma virtude e também uma habilidade psicológica diante dos impactos do meio”, explicou.

Segundo ele, iniciativas como essa fortalecem não apenas os servidores, mas também a qualidade do atendimento prestado à população.

“Um curso como esse, que une vivências e conteúdos, ajuda nesse processo com a técnica certa. O Fórum de Várzea Grande sai na frente quando permite que isso aconteça, não apenas pelo bem-estar dos colaboradores, mas para que os profissionais cheguem ao cidadão emocionalmente reorganizados e focados na inteligência emocional”, completou.

A analista judiciária Maeve Campos também enfatizou a relevância do tema no cotidiano profissional.

“Tratar da saúde mental é cada vez mais importante no nosso dia a dia. Aprender a lidar com as emoções faz parte da convivência no ambiente de trabalho e da relação com as pessoas. Eu quis participar porque acredito que é importante estar sempre aprendendo, para me tornar uma pessoa melhor, uma servidora melhor e alguém que contribua de forma mais positiva para a sociedade”, declarou.

O curso “Saúde Mental e Resiliência Emocional: uma abordagem centrada nas virtudes (ACV)” foi realizado nos dias 6, 7, 12 e 13 de maio, no período das 8h às 12h.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Santa Carmem passa a integrar articulação estadual de combate à violência doméstica e familiar

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Em uma cidade pequena, onde quase todos se conhecem, romper o silêncio pode ser ainda mais difícil. Foi justamente para fortalecer a rede de apoio às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar que o município de Santa Carmem, a 35 quilômetros de Sinop, recebeu nesta sexta-feira (15) a implantação da 119ª Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Mato Grosso.

A iniciativa, coordenada pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar de Mato Grosso – Cemulher-MT, que tem à frente a desembargadora Maria Erotides Kneip, foi conduzida pela juíza da 2ª Vara Criminal de Sinop, Rosângela Zacarkim dos Santos, responsável pela articulação da Rede no município, que pertence à Comarca de Sinop. O evento reuniu representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, OAB, CRAS, Secretaria Municipal de Saúde e outras instituições locais.

Segundo a magistrada, a implantação vinha sendo planejada há algum tempo, especialmente diante de casos graves registrados no município, entre eles um feminicídio ocorrido em outubro do ano passado, que deixou três crianças órfãs. “Foi um evento muito produtivo. A administração municipal foi bastante receptiva e tivemos uma participação muito expressiva das instituições. Voltamos com a sensação de dever cumprido”, destacou Rosângela Zacarkim.

A primeira-dama de Santa Carmem, Anne Caroline Bortolas, ressaltou a importância da união entre os órgãos públicos e a sociedade no combate à violência contra a mulher. “Hoje, Santa Carmem dá um passo muito importante na proteção das nossas mulheres e das nossas famílias. A implantação da Rede de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher é um sinal de união, cuidado e compromisso com a vida. Nenhuma mulher deve sofrer em silêncio ou se sentir sozinha diante da violência. E hoje nós estamos dizendo: Santa Carmem está unida e empenhada nessa luta. Que Deus abençoe essa missão e fortaleça cada mulher da nossa cidade”, afirmou.

Durante a programação, também foi exibido o vídeo institucional da campanha da Cemulher-MT, apresentando projetos voltados à proteção e valorização feminina. Na ocasião, ainda foram aprovados os projetos de lei do Banco Vermelho e da própria Rede de Enfrentamento para Santa Carmem.

A magistrada explicou que, após a implantação oficial, a próxima etapa será a capacitação dos profissionais que atuarão diretamente na rede local. O trabalho será realizado pela equipe de Sinop, que compartilhará experiências e práticas já desenvolvidas na comarca, como palestras em escolas, blitz educativas, reuniões mensais e a Corrida Maria da Penha.

Para a juíza, os desafios enfrentados por mulheres vítimas de violência em cidades pequenas são semelhantes aos dos grandes centros, mas há fatores que tornam o cenário ainda mais delicado.

“Em municípios menores, muitas vezes existe o receio de denunciar porque todos se conhecem. Há vergonha, medo de exposição e até influência do agressor dentro da comunidade. Ainda existe muito preconceito e aquela ideia de que ninguém deve interferir em briga de marido e mulher”, observou.

Ao mesmo tempo, ela aponta que cidades menores também podem favorecer o acesso a ajuda, devido à proximidade entre os serviços públicos e à facilidade de identificação das vítimas por profissionais da saúde e assistência social.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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