O ex-presidente Donald Trump deixa o tribunal de Manhattan, em Nova York, em 18 de abril de 2024
Nesta sexta-feira (19), um homem ateou fogo em si mesmo em um parte em frente ao tribunal onde acontecia o julgamento do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Nova York.
O homem, identificado como Maxwell Azzarello, de 37 anos, foi levado ao hospital em estado crítico. Ele não resistiu aos ferimentos das queimaduras e faleceu.
Antes de atear fogo a si mesmo, Azzarello molhou seu corpo com um líquido (provavelmente gasolina) e jogou panfletos de teorias da conspiração para o alto, segundo o relato de testemunhas.
À BBC News, o Departamento de Polícia de Nova York afirmou que a “investigação policial está em andamento” sobre o incidente e que “não há preocupações adicionais de segurança neste momento”.
Segundo a investigação, Azzarello chegou em Nova York na última semana. Natural da Flórida, ele não tinha antecedentes criminais. Entretanto, ele investigado na Flórida, como ‘teorista da conspiração’ pela polícia.
Além de postagens sobre um ‘golpe apocalíptico fascista’, ele chegou a postar nas redes sobre o que planejava fazer no dia do julgamento de Trump. Autoridades informaram que não há sinais de que ele focava em Trump ou em outra personalidade presente no local.
No momento do incidente, o ex-mandatário estava dentro do tribunal. Ele saiu do local acompanhado por um agente do serviço secreto. Depois que a situação foi controlada, Trump foi conduzido de volta ao tribunal.
O ex-mandatário não se manifestou sobre o homem que se incendiou.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.