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Risco para incêndio florestal no interior de SP se mantém alto, alerta Defesa Civil

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Queimadas em SP levam o estado ao topo do ranking de incêndios desta semana
Reprodução/X

Queimadas em SP levam o estado ao topo do ranking de incêndios desta semana

O interior do estado de São Paulo passa por uma série de incêndios desde quinta-feira (22) e, por isso, a Defesa Civil estadual divulgou, na manhã deste sábado (24), seis regiões onde o risco para queimadas se mantém elevado.

Ao todo, 30 municípios estão sob alerta máximo para grandes queimadas e têm focos ativos de incêndio. A situação fez com que o governo estadual instalasse um gabinete de crise na sexta (23) para tentar conter o problema.

Conforme a Defesa Civil do estado, as seguintes regiões têm risco elevado para incêndio florestal:

  • Araçatuba
  • Ibitinga
  • São Carlos
  • Barretos
  • Ribeirão Preto
  • Franca

A baixa umidade do ar e a onda de calor que atingem o estado desde o último de fim de semana, bem como os ventos intensos dos últimos dias, ajudam a intensificar as queimadas.

Segundo informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 2.316 focos de incêndio registrados entre quinta (22) e sexta-feira (23), número quase 7 vezes maior do que o notificado em todo o mês de agosto do ano passado, quando foram contabilizados 352 incidentes.

Outras recomendações

O órgão também fez uma série de outras recomendações para evitar que a situação se agrave e conscientizar a população acerca do perigo das queimadas:

  • As queimadas podem causar problemas no sistema respiratório e desordens cardiovasculares, pois emitem gases tóxicos que prejudicam o meio ambiente e a saúde humana;
  • Não faça queimada para limpeza de terreno ou para destruição de lixo, faça sempre o descarte no lugar indicado;
  • Não jogue cigarros ou fósforos acesos às margens de rodovias;
  • A soltura de balões, além de ser crime, pode provocar acidentes aéreos e incêndios;
  • Incêndios florestais podem causar interrupção no transporte público, na distribuição de energia elétrica e nas redes de comunicação.

Ao avistar fumaça suspeita ou focos de incêndio na mata, a recomendação é informar imediatamente ao Corpo de Bombeiros através do telefone 193.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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