Ciclovia na Avenida Brigadeiro Faria Lima, região oeste de São Paulo
A capital paulista lidera o ranking de roubos e furtos de bicicletas já registradas, segundo levantamento do site “Bicicletas Roubadas”, que faz o Cadastro Nacional de Bicicletas Roubadas no Brasil. Até esta quinta-feira (26), conforme os dados, a cidade de São Paulo marca um total de 1.326 ocorrências (21,28%). A capital registrou, até o momento, 996 furtos e 330 roubos de bicicletas.
Em seguida, aparece a cidade do Rio de Janeiro, com 779 (12,5%), sendo 520 furtos e 259 roubos. Em terceiro lugar, vem Curitiba, capital do Paraná, 477 (7,65%), sendo 380 furtos e 97 roubos.
O site também realiza o levantamento das incidências entre os estados. Nessa categoria, São Paulo também lidera o ranking e aparece em primeiro lugar, com 2.370 ocorrências (38,03%), sendo 1.685 furtos e 685 roubos.
O Rio de Janeiro também ocupa a segunda posição em relação aos estados, com 931 ocorrências (14,94%), uma diferença de 1.439 bicicletas furtadas ou roubas em relação ao primeiro colocado. No RJ, o total de furtos foi de 645 e de roubos, 286.
Depois, aparecem Paraná, com 602 (9,66%), Distrito Federal, com 469 (7,53%), Minas Gerais, com 378 (6,07%), e Santa Catarina, com 328 (5,26%).
Embora o estado de São Paulo apareça em primeiro lugar, os números reportados pelo site mostram uma queda, a partir de 2019, da notificação desse tipo de crime. Comparando os últimos 10 anos, 2015 foi quando o estado registrou o maior número de furtos e roubos em um ano, conforme o site, com 275 bicicletas subtraídas.
Reprodução / Bicicletas Roubadas – 25.10.2023
Bicicletas roubadas nos últimos 10 anos, segundo o site Bicicletas Roubadas
O mesmo pode ser observado no Rio de Janeiro , Paraná e Minas Gerais. Naquele ano, os estados tiveram 168, 98 e 33 bicicletas roubadas ou furtadas respectivamente.
Os dados do site são coletados em uma série histórica desde 2001 e o cadastro dos incidentes é feito pelas próprias vítimas, com o objetivo de mapear áreas de risco aos ciclistas e divulgar o número de ocorrências.
O cadastro não tem fins lucrativos e pode ser feito pelo próprio site, na aba “incluir bike” . O registro, então, fica bloqueado para que a equipe do portal confira os dados e, caso as informações estejam corretas, faça a publicação.
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!