Connect with us

BRASIL

São Paulo: entenda como ficou a Lei do Zoneamento após sanção de Nunes

Publicado

em

Entenda como ficou a Lei do Zoneamento em São Paulo após sanção de Nunes
Paulo Pinto/Agência Brasil – 09.11.2023

Entenda como ficou a Lei do Zoneamento em São Paulo após sanção de Nunes

Na noite desta última sexta-feira (19), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) sancionou com 58 vetos a lei de revisão do zoneamento de São Paulo, aprovada em dezembro na Câmara Municipal.

Nunes vetou 58 pontos do texto. Dentre eles, estão:

  • o que aumentaria a altura de prédios em regiões afastadas do transporte público – as zonas mista e de centralidade.
  • o que autorizaria a construção de habitações de interesse social em áreas de proteção ambiental (Zepam);
  • o que daria permissão aos vereadores para definir o tombamento de imóveis na cidade, restringindo o poder do Conpresp.

O prefeito Ricardo Nunes também vetou a autorização da construção de habitação de interesse social em áreas de preservação ambiental. Ele sancionou os trechos que fixam novas regras de proteção a vilas, a permissão para megatemplos e shoppings e a possibilidade de construtoras pagarem para construir prédios mais altos em eixos de transporte público que ainda não existem.

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) criticou os vetos do prefeito, em especial os artigos que aumentavam a altura de prédios nas zonas mistas e de centralidade. Segundo a entidade, o veto “trará prejuízo para a Habitação de Interesse Social na cidade, deixando de atender os que mais necessitam”.

Veja alguns destaques do que foi sancionado pelo prefeito:

Desincentivo ao Airbnb

O prefeito sancionou uma regra que retira benefícios para os apartamentos feitos para locação temporária. Segundo o texto, as atividades “flats, apart hotéis, pensionatos ou pensões” não serão mais considerados usos mistos (prédios que misturam unidades residenciais e não residenciais).

Um empreendimento localizado nas proximidades de transporte público que tenha uso misto ganha 20% de área a mais para construir sem a necessidade de desembolsar taxa extra de outorga, valor que as construtoras pagam à prefeitura pela autorização para erguer prédios.

Como não há consenso sobre a classificação do Airbnb, se são consideradas flats ou pensionatos, por exemplo, fica confuso se eles se encaixam nos termos abarcados pela lei.

Proteção a vilas

Moradores de vilas terão que solicitar à Secretaria de Urbanismo e Licenciamento o reconhecimento das vilas, e o órgão irá analisar, se o local pode ser enquadrado desta maneira.

Dessa forma, quando um conjunto de casas é reconhecido como vila, fica mais difícil que aqueles imóveis sejam comprados por incorporadoras imobiliárias para virarem prédios.

A prefeitura deve editar uma portaria definindo os procedimentos administrativos para o reconhecimento de perímetro urbano como vila. Caso a área seja reconhecida como vila, ela se torna uma Zona Predominantemente Residencial (ZPR), que permitem apenas residências e atividades comerciais compatíveis com os usos residenciais.

Shoppings e templos gigantes

Segundo o texto, shoppings e templos religiosos não precisarão mais respeitar o tamanho máximo de 20 mil metros quadrados de área 150 metros de frente. Até então, essa exceção contemplava apenas serviços públicos sociais e de infraestrutura, instituições militares, cemitérios, estádios, clubes, centros de convenções, indústrias e guarda-móveis.

Fonte: Nacional

Continue Lendo

BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

Publicado

em

Por

Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora