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MATO GROSSO

Se precisar, peça ajuda: podcast Explicando Direito aborda o Setembro Amarelo

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Em sua nova edição, o podcast Explicando Direito ganha destaque especial com a cor amarela, em apoio ao movimento global de valorização da vida. A psicóloga do Departamento de Saúde do TJMT, Giselle Castilho, convidada desta edição, afirma que a campanha busca não apenas alertar sobre a importância deste tema delicado, mas também destacar a necessidade de abordar abertamente os sintomas e possíveis causas do suicídio, e o tratamento para as doenças mentais.
 
O tabu ainda persiste e pode levar à estigmatização, ao silêncio e à falta de compreensão, condições que não ajudam aqueles que estão lutando contra pensamentos suicidas.
 
Durante o podcast, a psicóloga enfatizou que ao falar sobre o tema de maneira aberta e empática, estamos dando mais um passo no sentido da prevenção. “São vários os fatores que levam a pessoa a pensar no suicídio, muitas vezes a tristeza ou o isolamento.”
 
Giselle ainda destacou que o pensamento suicida está associado a vários transtornos mentais, “que podem incluir a depressão, o transtorno bipolar, a ansiedade (que hoje está entre as principais causas) e, principalmente, a questão da desesperança que leva a pessoa a perder a vontade de viver.”
 
Segundo a psicóloga, um dos aspectos mais importantes é esclarecer a diferença entre tristeza e depressão.
 
A tristeza é uma emoção humana comum que todos experimentamos em algum momento da vida. É uma resposta natural diante de várias situações, como a perda de um ente querido, o término de um relacionamento ou dificuldades financeiras. A tristeza geralmente é passageira e pode ser superada com o tempo e o apoio adequado. Por outro lado, a depressão é uma condição médica séria e duradoura, que afeta o humor, o pensamento e o comportamento da pessoa. Os sintomas incluem tristeza profunda, perda de interesse nas atividades do dia a dia, alterações no sono e no apetite, sentimentos de culpa e inutilidade, fadiga e falta de concentração.
 
Centro de Valorização da Vida (CVV) – No Brasil, uma das organizações que desempenha um papel fundamental na prevenção do suicídio é o CVV – Centro de Valorização da Vida.
 
O CVV é uma organização filantrópica que presta serviço voluntário e gratuito de prevenção ao suicídio e apoio emocional, com atendimento 24 horas por dia, pelo telefone 188. As ligações podem ser feitas de orelhões, celulares e telefones fixos.
 
O contato com o CVV pode ser realizado pelo site www.cvv.org.br, pelo e-mail apoioemocional@cvv.org.br, chat e até mesmo atendimento presencial. Em Mato Grosso, mais de 50 voluntários estão à disposição das pessoas que desejam e precisam conversar.
 
 
 
O programa “Explicando Direito” é uma iniciativa da Esmagis-MT em parceria com as rádios TJ e Assembleia 89,5 FM. O objetivo é levar informações sobre Direito de forma simples e descomplicada, todas as segundas-feiras, às 08h15, e nos intervalos da programação diária.
 
O material também está disponível nos sites da Esmagis-MT e da Rádio ALMT.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativos para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Fotografia retangular e colorida. Na lateral esquerda, o texto ‘Ouça agora no Spotify!’. No canto superior direito, a palavra “Podcast” está destacada. No centro da imagem, aparece o nome do programa “Explicando Direito”, uma foto da convidada, o tema do programa “Setembro Amarelo” e o nome da convidada, Psicóloga Giselle Castilho. Na parte inferior, são fornecidos os endereços eletrônicos da Rádio Assembleia, Rádio TJ e Escola da Magistratura. O logotipo do Poder Judiciário de Mato Grosso e da Esmagis-MT assinam a peça.
 
Elaine Coimbra
Rádio TJ
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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