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Sul do país deve ter vento forte por ameaça de ciclone; veja previsão

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Para alguns especialistas, a maior incidência e intensidade dos ciclones extratropicais pode ter conexão direta com as mudanças climáticas.
Reprodução: Flipar

Para alguns especialistas, a maior incidência e intensidade dos ciclones extratropicais pode ter conexão direta com as mudanças climáticas.

Um ciclone extratropical começa a se formar na região Sul do Brasil nesta sexta-feira (3), com isso, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas vermelhos, de ”Grande Perigo”, e laranja, de “Perigo” para a região, que deve sofrer com tempestades.

O fenômeno deve trazer uma frente fria aos estados do Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo), que devem sofrer com tempo chuvoso no fim de semana do feriado.

No Su, há chance de gear no fim de semana, com as temperaturas ficando entre 2°C e 5°C nas áreas mais altas do planalto gaúcho e catarinense e no extremo sul do Paraná.

No Rio a previsão é de chuva até domingo, mas com temperaturas entre 18°C e 31°C nos próximos dias, de acordo com o Inmet. Já em SP a previsão é de tempertura na casa dos 12°C e 28°C, com tendência de baixa, na maior parte do tempo.

O ciclone começou a se formar entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai ainda nesta quinta (2) e deve ganhar intensidade ao longo do dia.

As regiões mais a oeste dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do sul devem sofrer mais com a passagem do fenômeno nesta sexta, que deve provocar chuva superior que 100 mm/dia, assim como ventos acima de 100 km/h, além de queda de granizo.

De acordo com o Inmet, há “grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário”.

Estados do Centro-Oeste como Goiás e o Distrito Federal também devem sentir efeitos do ciclone. As zonas em amarelo indicam “Perigo Potencial”. Veja:



Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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