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POLÍTICA

Teatro Zulmira Canavarros recebe encontro de vereadores de Mato Grosso

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As mulheres constituem a maioria do eleitorado brasileiro, dos mesários voluntários e do público que comparece às eleições. Mas o cenário é diferente quando se trata de representatividade na política e igualdade de gênero nos espaços de poder. Levantamento realizado a partir de dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que, em média, os legislativos municipais contam com apenas 16% das vagas ocupadas por mulheres.

Para debater a representatividade das mulheres na política e os desafios para aumentar a participação das mulheres nos espaços de poder, vereadoras de todo o estado se reuniram para o 3º Encontro de Vereadoras de Mato Grosso, que trouxe o tema “Do Voto ao Poder”, como discussão principal. O encontro realizado pela União das Câmaras Municipais do Estado de Mato Grosso (UCMMAT) aconteceu na manhã de hoje (27), no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros.

“A ideia é ter um espaço para troca de informações e experiências que auxiliem as vereadoras no exercício da atividade parlamentar”, destacou Luciane Bundchen Macedo, vereadora pelo município de Porto dos Gaúchos e uma das organizadoras do evento. “Esse encontro é um espaço para discutir como quebrar barreiras e empoderar as mulheres para ocuparem mais espaços na politica”, defendeu.

 “Conseguir apoio para lançar a candidatura é o primeiro desafio das mulheres que decidem disputar um pleito politico”, avalia a vereadora de Reserva do Cabaçal, Alessandra Cristina de Souza. Ela é uma das duas mulheres entre os nove vereadores que ocupam uma cadeira no Legislativo municipal.  A vereadora argumenta que a experiência de vida da mulher é única em muitos aspectos, que podem enriquecer o processo de proposição e tomada de decisão política, mas precisam de apoio para levar esse olhar para os locais de tomadas de decisões.

Foto: Helder Faria

Além do painel de discussão, a programação do encontro teve a palestra “Ouse Falar – Comunicação Assertiva”, com Meire Falcão, e a entrega de Moção de Aplausos para as vereadoras. 

4º Encontro de Vereadores de Mato Grosso – O Teatro Zulmira Canavarros ainda recebeu, na tarde desta quarta (27), o 4º Encontro de Vereadores do Estado de Mato Grosso. A programação contou com três palestras. O advogado especialista em Direito Eleitoral Michael da Silva Graça abordou “Regras de Promoção Pessoal Durante a Campanha”. “O pré-candidato em geral precisa conhecer as regras do jogo. Existem regras tanto durante o período eleitoral como para o anterior. Ele precisa saber o que pode fazer, o que ele não pode fazer, o que os candidatos contra ele não podem fazer. Essas informações prestadas aqui são voltadas para fazer uma disputa limpa, justa e que não tenha nenhum problema com a Justiça Eleitoral”, explicou. 

A advogada e consultora política Mariana Bonjour falou sobre “Planejamento de Comunicação na Pré-Campanha”. “Eu falo que não adianta você fazer uma super comunicação, uma super campanha, se você infringir leis eleitorais. A comunicação e o direito são muito casados”, afirmou. Houve ainda palestra sobre “Condutas Vedadas aos Agentes Públicos em Ano Eleitoral” com o procurador do estado Daniel Gomes Soares de Sousa.

“Todos os vereadores foram convidados a participar. Todos os anos mudam as questões eleitorais do que pode, do que não pode. Então isso é de fundamental importância, principalmente num período de pré-campanha”, destacou o presidente interino da União das Câmaras Municipais do Estado de Mato Grosso, vereador de São José do Rio Claro, Edmar Fidelis (União), conhecido como Pelezinho. Ele também falou da participação da Assembleia no evento. “A UCMMAT, sem o apoio da Assembleia, dificilmente conseguiria dar suporte aos vereadores do nosso estado. Hoje a Assembleia ajudou com o espaço, palestras”, completou.

A deputada em exercício Sandy de Paula (União) fez a abertura do evento e defendeu a valorização do Poder Legislativo municipal. “A minha base é como vereadora, sou vereadora no município de Juara e estou tendo a oportunidade de assumir aqui na Assembleia como deputado estadual. Acho extremamente importante essa valorização das vereadoras, esse diálogo entre os vereadores do estado, porque esse é um evento tanto para as vereadoras como para os vereadores e essa aproximação é extremamente importante porque aqui a gente troca ideias positivas que a gente pode compartilhar entre os municípios mato-grossenses”, disse a parlamentar.


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E-mail: imprensa1al@gmail.com


Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

CPI das Invasões recebe policiais que atuaram em prisão de invasor suspeito de tráfico de drogas

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as invasões urbanas e rurais ocorridas em Mato Grosso ouviu comandantes do 7º Comando Regional de Tangará da Serra da Polícia Militar em reunião na tarde desta segunda-feira (15). Os militares falaram sobre prisão realizada no fim de fevereiro em um sítio localizado no assentamento Antônio Conselheiro, quando também foi apreendida grande quantidade de droga.

Chefe do 7º Comando Regional, o tenente-coronel Murilo Franco de Miranda afirmou que a propriedade onde ocorreu a ação faz parte de uma invasão de área de reserva permanente do assentamento. “A nossa inteligência recebeu a informação de que essa área estaria sendo utilizada para o tráfico, de posse dessa informação os nossos policiais foram até o local e lá chegando constataram que de fato se tratava de um paiol de uma ação criminosa. Além de custodiar a pessoa responsável pela área, nós apreendemos 76 tijolos de maconha, seis tijolos de pasta base de cocaína e dois tijolos de cloridrato de cocaína. Os nossos heróis ainda apreenderam uma arma de fogo, munições e um rádio comunicador”, revelou. 

De acordo com o comandante da Força Tática de Tangará, tenente-coronel Osmário Cícero de Oliveira Júnior, essa área de invasão já é conhecida por abrigar a prática de diferentes crimes. “Existe a prática de utilização da área para a realização de crimes em geral, seja para homiziar [esconder] entorpecentes, seja para direcionamento de materiais ou produtos de roubo e furto, principalmente veículos. Nossa equipe de inteligência e força tática estão sempre sendo direcionadas àquela região. Por mais de uma vez foram localizados lá veículos produtos de roubo. Então ainda existe a presença de criminosos na região, mas é de ciência da Polícia Militar o direcionamento das nossas tropas para buscar identificar e prender todos os indivíduos envolvidos nessas práticas criminosas”, disse à CPI.

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, deputado estadual Gilberto Cattani (PL), explicou que as oitivas dos policiais foram realizadas com o objetivo de saber se há ligação entre o crime organizado e invasão de terras. “Desde quando nós começamos com os trabalhos da CPI, nós notamos várias denúncias relatando que em todas as invasões existe o dedo das organizações criminosas organizadas no nosso estado. Por isso nós resolvemos levar isso mais a sério. Quando foi preso o Jonas Sem Terra [suspeito capturado na ação exposta pelos policiais], que é um conhecido invasor de terras no estado do Mato Grosso, inclusive de invasões de áreas de reserva legal, nós vimos a forte ligação que realmente existe entre o tráfico e as invasões. O Jonas foi preso como um faccionado”, sustentou. 

O parlamentar ainda acredita que possa haver envolvimento do crime organizado no assassinato de João Pinto, no Contorno Leste, em Cuiabá. “Nos relataram que ali também existe o dedo do tráfico naquelas invasões”, ressaltou. O caso tem sido acompanhado pela CPI, que inclusive ouviu o filho da vítima, José Antônio Ribeiro Pinto, no dia 18 de março. Cattani adiantou que na próxima reunião, prevista para 20 de maio, a CPI deve fazer a oitiva do corregedor-geral da Polícia Civil. 

“Aprovamos hoje um requerimento para a solicitação da presença do corregedor geral da Polícia Civil. Nós queremos entender o que está acontecendo, porque um dia após a nossa visita àquela invasão da propriedade do senhor João Pinto, ele foi assassinado. Isso nos causou uma comoção muito grande. Nós queremos ouvir o corregedor, uma vez que foi um policial civil que efetuou o disparo que levou a óbito o João Pinto”, justificou.


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Fonte: ALMT – MT

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