Um terremoto no Taiwan, de magnitude 7,7, deixou nove mortos e mais de 800 feridos na manhã desta quarta-feira (3), pelo horário local. Após o tremor, foram emitidos alertas de risco de tsunami no Japão e nas Filipinas.
O abalo foi o mais forte registrado em 25 anos no Taiwan. Segundo as autoridades, pelo menos 26 edifícios desabaram, sendo a maioria na cidade de Hualien. Além disso, deslizamentos de terra também foram registrados. A capital Taipei ficou parcialmente sem energia.
Ainda, 77 pessoas ficaram presas nos escombros de imóveis. Outras 50 pessoas, a maior parte turistas dentro de quatro microônibus, estão desaparecidas.
De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, dez outros tremores, acima da magnitude 5.0, foram sentidos após o primeiro. No Taiwan, há 25 anos não havia um terremoto tão forte como o de hoje. Em 1999, o abalo sísmico provocou a morte de 2,4 mil pessoas e danificou 50 mil imóveis.
Os alertas de risco para tsunami no Japão e em Filipinas foram cancelados três horas depois. No entanto, as autoridades dos respectivos países pedem que a população permaneça afastada da costa. O terremoto pôde ser sentido também em cidades da China, como Xangai.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.